Últimas Notícias
9 de setembro de 2012
Slipknot: médico de Paul Gray acusado de sete mortes
O Sistema Público de Saúde de IOWA recentemente fechou a clinica na qual Baldi aplicava seus medicamentos, foi revelado também que ele está enfrentando acusações administrativas do Conselho de Medicina de IOWA.
Baldi já se entregou para o tribunal de Polk Country ontem, seu advogado, Guy Cook, disse que é "sem precedentes transformar mortes infelizes em crime contra um médico."
Paul Gray faleceu de overdose acidental em 2010.
29 de março de 2012
Slipknot: Sid Wilson está gravando EP com Fred Durst
O DJ do SLIPKNOT, SID WILSON, confirmou que está trabalhando em um novo projeto com o vocalista do LIMP BIZKIT, FRED DURST.
Wilson, que revelou tudo sobre sua colaboração com o rapper Professor Green ontem «26 de março» disse ao site NME ter se encontrado com Durst enquanto excursionava pela Austrália e tem gravado com o cantor na Flórida no Young Money Cash Studios.
Perguntado se ele e Durst estavam de fato trabalhando juntos, tal como rumores da internet apontavam, Wilson respondeu: “Sim, tenho trampado com Fred. Nós excursionamos juntos pela Austrália e nos demos bem de cara.”
Ele continuou: “Houve uma ligação instantânea quando começamos a conversar. Eu fui pra Flórida pra dar um rolê com ele e entramos no Cash Money para trabalhar em sons novos.”
Ele foi então questionado sobre o que viraria da colaboração, e Wilson disse: “Eu vou fazer um EP com Fred Durst. Eu não quero falar muito, mas é com certeza parte dessa abordagem nova e mais suja de música que estou fazendo agora. É ótimo trabalhar com Fred, ele entende a parte mais dura do mundo do qual faço parte.”
O LIMP BIZKIT, que agora faz parte do selo do rapper Lil Wayne, o Cash Cow, disse anteriormente que está trabalhando no ‘disco de metal mais pesado e louco de todos os tempos. ’
Slipknot: Clown passará por cirurgia no joelho
O livro de fotos de Crahan, "Apocalyptic Nightmare Journey", ("Jornada do Pesadelo Apocaliptico", em tradução livre), que será publicado pela MTV Books em junho, é uma coletânea de explorações no escuro e na luz pela fotografia experimental de Shawn, o segundo canal artístico dele e igualmente poderoso, que ele vem apurando por mais de uma década. Estranho, antenado, paranoico, infinitamente imaginativo e cancerosamente prolífico, ele criou milhares de perigosas representações da realidade através de Polaroids em inúmeros estilos nessa coletânea que foi escolhida a dedo.
M. Shawn Crahan, mais conhecido como Clown, é o percussionista e membro fundador do SLIPKNOT. Crahan também é o diretor de arte do SLIPKNOT e dirigiu seus DVDs, "Disasterpieces", "Voliminal: Inside The Nine", "Of The (sic)", e "(sic)nesses: Live at Download". Ele tem sido a visão criativa por trás da banda desde sua concepção.
Fora do SLIPKNOT, Crahan teve alguns outros projetos de destaque: TO MY SURPRISE, que lançou um álbum (com produção executive de Rick Rubin) pela Roadrunner Records em 2004, bem como o grupo alternativo DIRTY LITTLE RABBITS. Crahan produziu, tocou bacteria e compôs nos dois grupos. Em 2009, o DIRTY LITTLE RABBITS lançou o EP "Simon" pela The End Records, que foi seguido pelo álbum completo auto-intitulado em 2010. Recentemente Crahan tem focado sua energia musical em sua banda mais nova, THE BLACK DOTS OF DEATH. Nesse último projeto, Crahan pode mais uma vez ser encontrado atrás da bateria, além de compor, gravar e produzir a banda, cujo álbum de estréia, "Ever Since We Were Children", foi para as lojas na primavera (outono no hemisfério sul) de 2011.
Além de produzir seu próprio trabalho, Crahan também trabalhou como produtor para várias bandas, incluindo GIZMACHI e DIRTFEDD, bem como atuando como produtor executivo para bandas como MUDVAYNE. Crahan também remixou várias músicas para artistas, incluindo MARILYN MANSON, COHEED AND CAMBRIA, MINDLESS SELF INDULGENCE e SUICIDE SILENCE.
21 de março de 2012
Slipknot: Corey comenta o fundo do poço e tentativa de suicício
O vocalista do SLIPKNOT, Corey Taylor, recentemente concedeu uma entrevista onde falou sobre sua vida pessoal, suas bandas SLIPKNOT e STONE SOUR, além de uma tentativa de suicídio em 2003.
Abaixo seguem alguns trechos da conversa.
O STONE SOUR foi a banda com a qual você iniciou sua carreira. Quais suas lembranças favoritas daquele tempo?
"Minhas lembranças favoritas do STONE SOUR foram os primeiros anos. Tudo era uma descoberta, era tudo novo.
Foi a primeira banda com a qual eu realmente ganhei experiência em compor, foi a primeira banda com a qual eu me apresentei ao vivo, foi a primeira banda com a qual eu excursionei em cidades diferentes, eu era jovem e estava enlouquecido.
Eu tinha o cabelo loiro comprido, pesava por volta de 63 kg encharcado de suor e achava que eu era a coisa mais sexy que existia! Embora tenha sido muito divertido!
Mas isso me ensinou muito, não era mesmo como se um fosse trabalho, eu vivia para tocar música.
Lembro-me que uma vez falei que iria viver sem dinheiro, somente com o que ganhávamos com o STONE SOUR - o que não era muito - eu era capaz de comprar cigarros e bebida! Era isso! Agradeço a Deus por existirem avós, porque foi a minha quem me manteve alimentado.
Mas minhas lembranças favoritas eram de que tudo era novo, não havia nada que nós não podíamos fazer, não havia nada que eu não iria tentar no palco.
Eu lembro que o STONE SOUR me ensinou que eu amava isso, me ensinou que eu adorava trabalhar.
Eu lembro que saíamos e tocávamos durante semanas fazendo três sets de músicas covers com uma hora de duração, porque era somente o que tínhamos pra fazer, e então descobrimos que éramos realmente bons.
Isso já é outra coisa, me ensinou que era realmente bom no que faço e que as pessoas gostavam, trazíamos algo até as pessoas. Era fantástico.
Eu não tenho arrependimentos sobre esses dois primeiros anos, eu ouço algumas coisas dessa época e fico tipo 'Caramba, é tão característico daquela época!'
Mas ao mesmo tempo era somente como um tratamento para ser capaz de escrever uma canção e, em seguida, tocá-la para as pessoas.
Depois do STONE SOUR, você se uniu ao SLIPKNOT, e com eles atingiu um sucesso incrível. Houve amigos que te ajudaram a passar de uma banda para outra?
"Eu lembro de quando me convidaram. Quando deixei o STONE SOUR para me juntar ao SLIPKNOT, me convidaram às 4 da manhã para ir a um sexy-shop, eles entraram e não vieram direto falar comigo, ficaram andando na loja. Sei que há toda uma história de que eles ameaçaram me matar se eu não entrasse para a banda, o que é uma bobagem, deixa eu te contar! Eles estavam com muito medo de falar comigo, e de coração, é real.
Eles andavam pela loja olhando para cada caixa que podiam, e eu estava sentado no balcão apenas os observando, e pensando o que estava acontecendo ali?
Primeiro, por que eles estão aqui? Nunca vi esses caras juntos, então eles vieram e o Clown, que Deus o abençoe disse, ‘Sabe cara, eu vou deixar isso aqui.’ Foi adorável, eu no começo tava nervoso, meu cérebro gritava ‘sim’! Mas minha boca disse ‘Sabe, eu vou tentar, farei uma tentativa’. Pois você tem de pensar que foi um grande salto, na época o STONE SOUR era muito hard rock mas eu não gritava de fato, era bem melódico, era tudo relacionado ao hard rock. E isto era entrar em uma banda de metal onde eles não tinham limites e obviamente eu queria fazer isso mas havia algo na minha mente que dizia ‘vamos tentar e ver o que acontece.’ Na noite seguinte encontrei meu melhor amigo Danny - e falei ‘Cara, fui convidado para entrar no SLIPKNOT’. E ele enlouqueceu, e falava ‘Você realmente tem de fazer isso! Você tem de fazer isso’. E o resto é história".
Neste período, você estava bebendo muito, de tarde até a noite, o que acabou te levando a uma tentativa de suicídio no Hyatt Hotel em 2003. Você pode nos contar o que aconteceu?
"Se eu cheguei ao fundo do poço, então foi naquela vez. Depois do sucesso inicial do SLIPKNOT, houve vários pontos altos, mas em 2003 houve um ponto realmente baixo. Eu havia chegado num ponto onde não culpava mais ninguém, pois eu também me permiti chegar naquele estado, mas na época eu realmente tinha um problema com a bebida. Mas álcool não era realmente o problema, e sim os problemas que estavam acontecendo na minha vida. Obviamente houve o incidente no Hyatt, o qual consigo me lembrar claramente. Foi bem depois de eu desmaiar, me lembro de debruçar na varanda, preparado, e Deus abençoe meu amigo Thom Hazaert — se ele não tivesse aparecido lá, nós não estaríamos tendo esta conversa agora.
Você se abandona, se deixa chegar a um ponto, igual ao que eu disse antes, onde parece que nada vai mudar. Mas você supera esses problemas e percebe que, ‘sabe de uma coisa, eu posso mudar essa coisas, posso modificar tudo que esta acontecendo comigo.’
E isso foi quando eu comecei a dar os primeiros passos na tentativa de me afastar disso. Tive de abandonar a bebida por um tempo e manter o foco em mim, me focar novamente em mim e após alguns anos e drásticas mudanças, aqui estou, esperando pelo melhor. É um sentimento muito bom saber que você está no controle do seu próprio destino".
17 de março de 2012
Slipknot: Sid Wilson quer trabalhar com rapper inglês
O rapper, que lançou seu segundo disco ‘At Your Convenience’ ano passado, revelou que o DJ da banda de Iowa entrou em contato com ele e disse ser um grande fã.
Falando com o jornal londrino The Sun sobre seus planos para colaborações futuras, Green disse: ‘Colaborações rolam naturalmente – eu tento não forçar nada. Nós nos encontramos com Sid Wilson, o DJ do Slipknot. Ele me disse que era um grande fã. O quão louco é isso? Então estávamos conversando e ele vai me mandar algumas coisas. ’
1 de março de 2012
Slipknot: Joey Jordison fala sobre álbum e projeto solo
Em entrevista ao News.com.au, o baterista da banda Slipknot, Joey Jordison, falou a respeito do novo álbum do grupo e sobre o seu futuro projeto solo.
Sobre a postura do vocalista Corey Taylor em fazer um novo álbum do grupo sem Paul Gray: "Estive dentro e fora do estúdio por cerca de seis meses, agora estamos no registro do Slipknot e também em algumas coisas solo. Mas ele (Taylor) quer continuar fazendo isso."
Sobre seu projeto solo: "Sim, eu vou estar formando uma banda em um futuro próximo, com um monte de material que eu tenho escrito ultimamente. Eu não quero dizer muito, mas eu fui ao estúdio e eu acho que as pessoas vão ficar muito surpresas com o que vai vir. É pesado! Mas o Slipknot é tudo que me importa agora. Nós somos um. Ninguém nunca vai ser como nós".
26 de fevereiro de 2012
Slipknot: "O Beethoven do Metal" segundo Meat Loaf
O músico e ator Meat Loaf, causou um certo alvoroço diante de críticos musicais esta semana, tudo por causa de uma declaração dada por ele em uma entrevista à Metal Hammer.
Meat disse que “O Slipknot possui arranjos incríveis. Musicalmente, eles são o Beethoven do Metal”.
A declaração pasmou alguns músicos, já para os fãs, obviamente a notícia caiu como uma chuva de diamantes.
Slipknot: "não somos uma banda, somos uma cultura"
O percussionista do SLIPKNOT, Shawn “Clown” Crahan foi entrevistado por Marton Boulton no site australiano The Age. Um trecho traduzido da matéria segue abaixo:
“Damos tudo a você”, ele diz. “Somos a maior banda do mundo até onde eu saiba. Eu sempre rio quando as bandas dizem, ‘Sabe, sem as máscaras eles não seriam nada.’ OK, tente tocar uma de nossas músicas, tente tocar as partes de bateria do nosso baterista, tente tocar as guitarras em nossas músicas. Agora coloca uma máscara e toda a tralha e corra como se você estivesse num jogo de rúgbi – daí eu vou começar a te ouvir. Senão, porque você não tira sua camisa e fala pra todo mundo o quanto você é fodão e como você tem que dar um tempo. Nós nunca temos que fingir o que somos – somos intensos, isso sim”.
Crahan tem 42 anos, é o membro mais velho da banda de heavy metal que se formou em 1995, lançou seu álbum de estreia em 1998 e ganhou enorme popularidade ao redor do mundo com o lançamento do sucessor, o disco ‘Iowa’.
Falando de sua casa em Des Moines, Iowa, Crahan pode parecer um astro do rock egocêntrico querendo aparecer com milhões de discos vendidos, mas seus comentários sobre a banda que ele formou com o baixista Paul Gray mascaram um homem de família com os pés bem fincados no chão, que diz que ele faz o que sempre quis.
A morte súbita de Gray em um quarto de hotel em 2010 despedaçou seus colegas de banda, mas Crahan diz que a força das pessoas ao redor da banda os juntou de um modo mais forte do que eles jamais tinham sido.
”Não somos uma banda, somos uma cultura, e isso só vai crescer”, ele diz. “Quando estamos em turnê, tudo que eu quero é ver tudo deles… somos algo especial, somos nossa própria entidade”.
21 de fevereiro de 2012
Slipknot: votação na Revolver Golden Gods
Está aberta a votação para o Revolver Golden Gods 2012, e o Slipknot está concorrendo na categoria “Comeback Of The Year”. Além disso, a categoria de “Melhor Baixista”, agora leva o nome de Paul Gray como uma homenagem.
Para votar: escolha seu concorrente, clique em “Vote” e depois em “Click Vote above, then click here.”
Link da votação http://www.revolvermag.com/goldengods/vote/
Você pode votar quantas vezes quiser.
Fonte: Slipknot: votação na Revolver Golden Gods
8 de fevereiro de 2012
Slipknot não trabalhará em novo material até 2013
“Depois da turnê provavelmente iremos tirar um tempo para descansar. Pode ser um mês, alguns meses, talvez até um ano”, disse Shawn Crahan.
Ele acrescentou que, depois disso, ele terá completado seu luto pelo ex-baixista da banda, Paul Gray, que morreu sob suspeita de overdose em junho de 2010. “Após esse tempo, eu estarei terminando o processo de luto por Paul. Eu nunca ficarei bem com isso, mas será o tempo suficiente para me focar”.
“O próximo álbum será sério. Sinto que vai ser muito parecido com ‘Iowa’, no entanto mais ‘em prol’ das coisas, do que ‘contra’ elas. ‘Iowa’ foi contra tudo, inclusive nós mesmos. Mas este próximo disco, este será para nós mesmos, para Paul, para sua família”, concluiu o percursionista.
“All Hope Is Gone”, lançado em 2008, foi último álbum de estúdio do Slipknot. Corey Taylor, vocalista da banda, confirmou recentemente que participará de um novo projeto com Dave Grohl em homenagem ao Sound City Studios, local onde foram realizadas as gravações do álbum “Nevermind” (1991), do Nirvana, e “Iowa”(2001), do Slipknot.
23 de janeiro de 2012
Slipknot: Corey Taylor fala sobre novo álbum
Em entrevista ao Loudwire, o vocalista das bandas Slipknot e Stone Sour, Corey Taylor, falou a rspeito das perspectivas do Slipknot para o ano de 2012, ressaltando sobre o novo álbum do grupo.
"Eu acho que 2012 vai ser apenas mais um ano de fortalecimento para nós. A morte Paul Gray é ainda muito recente para nós, apesar de que já faz um ano e meio. É algo que ainda me deprime em todas as noites. Eu só sei que se tentarmos correr para fazer um álbum, ele não sairá tão bem. O público vai saber que ele é um álbum forçado e que também não é genuíno".
"Quando fizermos o álbum, todos nós saberemos que vai ser para o Paul, entende? E eu não acho que nenhum de nós estamos prontos para voltarmos ser o que éramos ainda. Eu acho que nós precisamos tomar as medidas certas para nos fortalecer. E depois começar a dar passos normalmente. E, mais, ele era um dos nossos compositores principais. Há uma lacuna enorme por causa de sua perda. E eu sinto isso. E é por isso que não estou confortável. Não faz sentido ainda. E essa é uma daquelas coisas que me faz um vilão para muitas crianças. Me dizendo que não fazer um álbum é como dizer que a banda vai acabar. Todo mundo precisa se acalmar. Eu nunca disse isso. Eu disse que vai ser demorado fazermos um novo álbum. Mas eu acho que quanto mais nos colocarmos lá fora, e quanto mais mostrarmos a nós mesmos como uma banda, uma unidade sólida, mais as pessoas vão se acalmar sobre isso".
19 de janeiro de 2012
Slipknot e Foo Fighters: vocalistas gravam juntos
O vocalista do Slipknot, Corey Taylor, e o líder do Foo Fighters, Dave Grohl, gravaram uma faixa juntos segundo informações do Twitter de Taylor. O músico não informou se a faixa que foi produzida por Butch Vig, fará parte de algum álbum novo.
"Fiz uma música com Dave Grohl e Butch Vig. As palavras 'puta merda' bastam para falar a respeito?!", disse Taylor, mostrando-se empolgado no Twitter.
O Foo Fighters anunciou recentemente que vai voltar aos estúdios e começar a gravar um novo álbum ainda para esse ano. O último trabalho da banda foi o álbum “Wasting Light”, que recebeu seis indicações ao Grammy, entre elas a de melhor álbum.
18 de dezembro de 2011
Slipknot: os melhores álbuns de 2011 segundo Corey Taylor
Corey Taylor, vocalista das bandas Slipknot e Stone Sour, elegeu seus 10 álbuns favoritos do ano de 2011.
"21" - Adele
"The People's Key" - Bright Eyes
"Give The Drummer Some" - Travis Barker
"Sonic Mass" - Amebix
"The Hunter" - Mastodon
"Worship Music" - Anthrax
"Bad As Me" - Tom Waits
"Unto The Locust" - Machine Head
"Undun" - The Roots
"Wasting Light" - Foo Fighters
22 de outubro de 2011
Slipknot: debut é eleito o melhor dos últimos 25 anos
A revista Metal Hammer está comemorando 25 anos e realizou um enquete com seus leitores para elegerem o melhor álbum de estréia lançado nos últimos 25 anos. Foram mais de 16.000 votos e os leitores da revista escolherem o disco auto-intitulado do Slipknot como o melhor, desbancando bandas como Pantera, Machine Head e Guns N' Roses. Confira as 10 melhores colocadas.
1. Slipknot – Slipknot (32.27%)
2. Korn – Korn (8.88%)
3. Guns N’ Roses – Appetite For Destruction (8.84%)
4. Rammstein – Herzeleid (6.92%)
5. Pantera – Cowboys From Hell (6.2%)
6. System Of A Down – System Of A Down (4.67%)
7. Linkin Park – Hybrid Theory (3.78%)
8. Machine Head – Burn My Eyes (3.35%)
9. Bullet For My Valentine – The Poison (3.01%)
10. Rage Against The Machine – Rage Against The Machine (2.78%)
13 de outubro de 2011
Slipknot: Shawn Crahan confirma um novo álbum da banda
Para a alegria dos fãs, o Slipknot trabalhará em um novo álbum – mas ainda sem previsão de lançamento. Quem confirmou a informação foi o percussionista Shawn Crahan, em entrevista à Kerrang!.
A banda, e principalmente o vocalista Corey Taylor nos últimos tempos, andavam meio em cima do muro quanto a um material de inéditas após a morte do baixista Paul Gray, ocorrida em 2010 por causa de uma overdose. Mas Crahan, agora, confirmou que um disco, sucessor do All Hope Is Gone, de 2009, será elaborado.
“Há planos de gravarmos um novo álbum, mas está distante. Ninguém vai acelerar o processo porque será um disco dos grandes. Parecido com Iowa (2001), mas mais triste e mais louco. Poderá até ser conceitual”, revelou o percussionista. “Ainda estamos tirando um tempo para refletir sobre nosso irmão (Paul Gray). Todos precisamos juntar nossas reflexões.”
2 de outubro de 2011
Slipknot: "Iowa reflete o tempo mais sombrio de minha vida"
Os fãs de SLIPKNOT vão ganhar um presente de Halloween esse ano quando os mascarados lançarem uma reedição de 3 discos em celebração ao aniversário de 10 anos de ‘IOWA’ no dia 1 de novembro. O vocalista COREY TAYLOR falou recentemente sobre o platinado disco, que saiu originalmente no dia 28 de Agosto de 2001, e transformou o Slipknot de promessa em seu estado natal de Iowa a Astros internacionais.
“’IOWA’ é um exemplo de como nós nos demos bem e nos fudemos em tantos níveis,” ele diz. “É o disco mais sombrio que eu já ouvi. Ele é nojento, é grosso, é brutal, é pesado pra caralho. É a única porra de disco que eu já ouvi que você pode vestir como se fosse uma pele, você pode vesti-lo como se fosse uma roupa, você pode calçá-lo como botas de caça. Ele é asquerosamente pesado e sombrio.”
Taylor ainda acrescenta: “Tudo que estávamos sentindo e tudo que estávamos fazendo entrou naquele disco,” ele continua. “Toda substância química, cada gota de casa coisa insana que estávamos sentindo ou ruminando entrou naquele disco. É até hoje o período mais sombrio da porra da minha vida. Se eu não tivesse passado por aquilo, o disco não soaria tão genuíno.”
A edição do décimo aniversário de ‘IOWA’ inclui o disco originalmente lançado, além de um remix de ‘My Plague’. Um CD com o áudio de um show de 2002 na London Arena «que aparece no DVD ‘Disasterpieces’»; e um DVD contendo ‘Goat’, um novo filme dirigido pelo percussionista do Slipknot, Shawn ‘Clown’ Crahan que mostra entrevistas jamais vistas antes e material ao vivo da turnê mundial de ‘IOWA’. O DVD também trará quarto vídeos do Slipknot: os de ‘My Plague’ e ‘Left Behind’, além de versões ao vivo de ‘The Heretic Anthem’ e ‘People = Shit. ’
30 de setembro de 2011
Slipknot (Rock in Rio, Rio de Janeiro, 25/09/2011)
Chegado o dia do festival outra indagação começou a pipocar: Slipknot tocando depois do trio mais pesado e sujo do Motörhead? Pelo menos para esse redator que vos fala gerou certa desconfiança, até descrença, sobre o poderio sonoro dos americanos, a qualidade de sua apresentação e a capacidade da banda em segurar a bronca de abrir para a vanguarda do thrash metal, o Metallica. Afinal, o som praticado pela banda tem como foco o público mais jovem, se preferir os adolescentes pseudo-revoltados, onde a idéia de odiar tudo e todos é sempre a bola da vez.
E como é bom dizer: minhas previsões estavam equivocadas do começo ao fim. O Slipknot trouxe, sem a menor dúvida, o show mais brutal de todo festival e conseguiu a atenção do público do primeiro ao último acorde. Inclusive do público que, digamos, já tem bons anos na longa estrada do rock n’ roll. A insanidade instaurada no palco pelos mascarados era refletida aos fãs, que por sua vez a potencializava e devolvia à banda em forma de insanos mosh pits, punhos cerrados ao ar e muitos, mas muitos, urros na tentativa de superar a desgraceira vinda do palco.
Em uma briga digna aos grandes titãs, banda e público fizeram bonito pela bacana cumplicidade e respeito entre as partes. E por falar no melindroso assunto respeito, mesmo num show em que a pista mais parecia arena de gladiadores, visto tamanha agitação e brutalidade da galera, o respeito e amizade falavam tão alto quanto o som vindo dos PA’s, indo de encontro às previsões e impressões vendidas pelos mais desinformados.
Ornamentado numa produção interessante, com direito a labaredas de fogo; telão com imagens destorcidas, às vezes sem nexo algum, em meio ao logo da banda; diversas estacas com o a letra ‘S’ personalizada fincadas pelo cenário; percussão que tem seu tablado elevado em determinados momentos do show e a bateria que se coloca na vertical para o delírio dos fãs, os americanos conseguiram a ambiência perfeita para seu caos, ou melhor, para sua música.
Não é segredo que o Slipknot não tem lá uma discografia robusta, com inúmeros álbuns de estúdio, mas nos quatro discos lançados pela banda há material suficiente para fabricação de uma bomba sonora de proporção catastrófica. E, acredite amigo, isso foi mais que provado no último domingo (25).
Do primeiro álbum vieram aberrações sonoras do teor de “(Sic)”, “Eyeless”, “Liberate”, “Surfacing” e as mega conhecidas “Wait to Bleed” e “Spit It Out”. Vale acrescentar que essas duas últimas canções citadas foram o cartão de visitas da banda no começo de carreira, e por muito tempo foram referência musical do até então pouco conhecido nome Slipknot, sendo assim, são as responsáveis pelo holofote na carreira dos músicos. E como o peso das canções incita. A recepção não poderia ser diferente do caos estabelecido pelos fãs.
“Disasterpiece”, “People=Shit” e “The Heretic Anthem” beberam muito da fonte death metal, e vêem representando o álbum, “Iowa”. Como era de se esperar, a performance agressiva dos caipiras de Iowa manteve o clima do show em temperatura elevadíssima, mas por trás da grossa camada de agressividade e presença de palco insana, os músicos se defendem com nível técnico acima da média, tendo destaque para o ‘baixinho’ baterista Joey Jordison e o vocalista Corey Taylor. Como esse rapaz canta...
Em uma comparação irresponsável ao material escrito pelos americanos, as canções “Before I Forget”, “Duality” e “Psychosocial” podem ser taxadas como os momentos mais acessíveis do repertório, onde há um flerte com vocais limpos, mas, tampouco, é sinônimo de ‘moleza’ aos fãs. O peso só está embrulhado numa forma mais amena aos ouvidos mais sensíveis.
E sem medo algum de errar ou fazer previsões sem pé ou cabeça, como alguns supostos gurus o fazem, afirmo que o Slipknot fez o show mais brutal de todo o festival, e olha que ainda faltam alguns dias de festival para rolar, com apresentações do calibre e peso de System of a Down, sendo a única banda do ‘cast’ do festival que pode tentar chegar perto da desorientação sonora produzida pelo Slipknot. E reitero o quão feliz fiquei de ver minhas equivocadas previsões caindo por terra. Digo mais. Espero que a insanidade, que também atende pela alcunha de Slipknot, volte o quanto antes aos palcos brasileiros e traga de volta esse tão bem vindo circos dos horrores.
28 de setembro de 2011
Slipknot: revista lança edição especial dedicada à banda
A revista americana Revolver lançou uma edição especial totalmente dedicada ao Slipknot. A revista celebra os 10 anos do primeiro disco e traz fotos raras da banda, entrevistas exclusivas com o vocalista Corey Taylor, o percussionista Shawn “Clown” Crahan e o baterista Joey Jordison, falando sobre o presente e o futuro da banda além de depoimentos sobre o falecido baixista Paul Gray.
O site da revista liberou um trecho da entrevista do Joey onde ele fala sobre o momento no qual recebeu a notícia da morte de Paul: “Eu estava no avião (voltando para casa em Iowa), ele aterrissou e meu celular tinha umas 80 mensagens. Ai meu telefone tocou e era meu manager, Cory «Brennan», e ele me disse o que tinha acontecido, e, cara, eu fiquei louco. Eu meio que fiquei em choque. Eu disse 'porque você está me contando isso agora?' Corey disse algo como, ‘Eu estou contando isso, Joey... fique calmo...' Eu sentado ao lado de uma garota, ela está pirando e eu pensando que ia parar na cadeia porque estava começando a sacudir. Bom, eu destruí meu telefone no avião, na frente de todo mundo e eles tinham um tipo de polícia que veio atrás de mim e eu disse 'porque vocês estão me contando isso?!' Responderam, 'Bom, porque depois que você sair daqui as pessoas vão começar a falar, meus pêsames, sinto muito' Porque aqui «em Iowa» nós somos quase maiores que nosso governador... bem atualmente nós provavelmente somos. Então isso foi totalmente louco. Eu perdi meu melhor amigo sabe. E nós perdemos nossa alma gêmea musical".
24 de setembro de 2011
Slipknot: o sonho e a ansiedade de tocar no Rock In Rio
Com o lançamento da edição especial para colecionadores da revista estadunidense REVOLVER, e que nesse número é totalmente dedicada ao SLIPKNOT, o site da revista declarou setembro como sendo o mês da banda, publicando novas entrevistas, fotos, canções favoritas dos integrantes, e muito mais. A revista também traz uma entrevista com o frontman do Slipknot, COREY TAYLOR, sobre o falecimento do baixista Paul Gray e o futuro da banda. No trecho traduzido abaixo, Taylor anseia pelo show do Slipknot nesse domingo no ROCK IN RIO.
“A turnê nesse último verão «do hemisfério norte» foi, de várias maneiras, uma curva de aprendizado. O que eu digo é que, quando você analisa tudo, foi sobre como aprender a seguir em frente. Como você dá aqueles primeiros passos em falso e continua? Como você entende a morte de Paul? Eu acho que, com essa turnê, nós conseguimos entender um pouco. E então o Rock In Rio é um passo gigante, para ser honesto. Será a maior plateia para a qual já tocamos. Será um daqueles shows bem parecidos com Donnington, muito como Knebworth – é um show de prestígio. É um daqueles shows sobre os quais você cresce lendo das bandas que tocam nele, todo mundo desde o Metallica até o Iron Maiden. É uma responsabilidade enorme. Mas no fim das contas, vai ser ótimo. Eu acho que os fãs sul-americanos vão ficar em polvorosa. Eu acho que eles vão gostar muito do que fazemos. E eu acho que Pauly estará lá conosco, com certeza, e eu acho que vamos subir lá e celebrar com ele, da maneira que fizemos na Europa e do modo que, a seu tempo, faremos com todo mundo.”
23 de setembro de 2011
Slipknot: banda está criando 'A Bíblia dos Maggots'
Crahan, que cunhou o termo ‘maggots’ (larvas, em inglês) por causa da maneira que ele viu que eles se alimentavam da energia da banda, agora quer que eles se conectem a ele através de arte e poesia:
“Okay, eu vou fazer o melhor que posso para descrever esse sonho louco que eu tive sobre um livro chamado ‘The Maggot Bible’”, ele começa com uma introdução de duas páginas no site Maggotbible.com, “Minha conexão com vocês na internet ou em pessoa tem sempre sido envolvida dessas ideias de arte e como a arte pode ajudar a diminuir a dor da vida.”
“O que eu gostaria de criar com vocês é um livro que possa juntar essas idéias em uma forma tangível e ao mesmo tempo, artística.”
Crahan tem solicitado aos fãs que enviem suas contribuições pelo correio, e não pela internet, ele continua,
“Se fosse pra deixar tudo fácil e permitir emails, então isso tudo ficaria menos real, eu penso. Eu quero segurar todas as histórias, poemas e arte em minhas mãos.”
Não há prazo estabelecido para as entregas ainda e Crahan tem sofrido para tomar conta dos aspectos legais do projeto com um longo formulário de inscrição que pode ser baixado no site, que firma:
A) Nenhuma nudez de nenhum tipo.
B) Os temas não podem ter nenhuma natureza ilegal.
C) Nem todos os trabalhos enviados estarão na publicação final.
D) As inscrições devem ser somente de natureza artística visual, incluindo, mas não se limitando a fotos, pinturas, ilustrações, poesia ou contos. NADA DE TRABALHOS MUSICAIS, POR FAVOR!
E) Os trabalhos enviados não serão devolvidos.
F) Somente material totalmente original criado e de propriedade integral do inscrito deve ser submetido à apreciação e tal material não deveria conter quaisquer trechos que não tenham sido criados e mantidos inteiramente pelo remetente.
OK, maggots, vocês sabem o que fazer… enviem seus trabalhos para MAGGOT BIBLE, P.O. Box 94, Johnston, IA 50131


