Últimas Notícias
14 de julho de 2012
Slayer: as preferências do guitarrista Kerry King
Música favorita: “Becoming”, do Pantera. Quando se faz uma pergunta dessas, a resposta é o que vier primeiro à cabeça. Uma das minhas preferidas deles.
Álbum preferido: AC/DC ao vivo com Bon Scott. Vi o filme Beyond the Thunder e parece que ele seria um cara legal como companhia de farra!
Loja preferida: Best Buy. Ouvi falar que estão em crise, fiquei triste. Lembro quando existia a Circuit City, nunca entendi porque as pessoas compravam lá. Best Buy tinha produtos melhores e era mais barata.
Animais de estimação favoritos: Minhas cobras. É legal ter se for músico e ficar viajando, pois não precisam de cuidados diários.
Objeto de decoração: A arte original de Christ Illusion. Foi o primeiro disco desde a volta de Dave Lombardo e a primeira que Larry Carroll nos fez desde Seasons In the Abyss. Achei legal.
Item essencial de turnê: Álcool. Simplesmente.
Mantra favorito: Cristãos são malucos.
Favorita peça de roupa: Calças e bermudas camufladas. Sempre estou vestindo elas.
15 de abril de 2011
Slayer: divulgados valores de show no Via Funchal
O site do Via Funchal foi atualizado com os valores de ingressos para o show do SLAYER que acontecerá no dia 9 de junho.
6 de abril de 2011
Slayer: confirmados mais três shows na América do Sul
Além do show na Colômbia, marcado para o dia 14 de junho, o SLAYER postou em seu site oficial mais três datas da sua turnê pela América do Sul. Estão confirmadas duas apresentações no Chile, em 02/06 e 03/06, e uma no Peru, marcada para o dia 11 do mesmo mês.
SLAYER - SOUTH AMERICA TOUR 2011
02/06 - Santiago, Chile
03/06 - Viña Del Mar, Chile
11/06 - Lima, Peru
14/06 - Bogotá, Colômbia
1 de abril de 2011
Slayer: guitarrista do Cannibal Corpse substitui Gary Holt
O guitarrista do CANNIBAL CORPSE, Pat O'Brien, vai ocupar o lugar de Gary Holt quando ele deixar a turnê Europeia do SLAYER para tocar com sua banda, EXODUS, no Estádio Nacional, em Santiago do Chile, em 04 de abril. Holt ocupou o lugar do guitarrista Jeff Hanneman desde que a tour começou em 26 de fevereiro na Austrália.
O último show de Holt com o SLAYER será dia 04 de abril, em Pádua, Itália; O'Brien vai se juntar com a banda para o show de 06 de abril na Croácia, e vai terminar a turnê européia com o SLAYER, que se encerrará em 14 de abril, na Holanda.
Hanneman tem surpreendido os médicos com sua rápida recuperação de uma infecção que teria sido causada por uma picada de aranha. Após a cirurgia em seu braço direito, ele continua sua fisioterapia e já está treinando com sua guitarra.
21 de março de 2011
Kerry King: maneira certa de balançar a cabeça
O site Blender.com entrevistou em 2006 o guitarrista do SLAYER, Kerry King. Alguns trechos da entrevista seguem abaixo.
Blender.com: O que você acha do atual estado do metal?
King: “Bem, está muito bom no momento. Nós, METALLICA e ANTHRAX viemos faz bastante tempo e ainda estamos por aí, mas existem um monte de novos garotos começando em alto estilo e trazendo coisas novas. Há realmente várias bandas boas, como LAMB OF GOD, CHIMAIRA, ARCH ENEMY e IN FLAMES. Existiam muitos pretensiosos quando nós chegamos, mas agora eles não estão mais por aí. O problema não era tocar ao vivo, mas a questão é que os garotos sabem o que é bom e quando se trata de um impostor.”
Blender.com: Como a vibração na cena do metal mudou nos últimos anos?
King: “Acho que na primeira vez que chegamos, eram provavelmente 99 por cento de homens. Agora, as mulheres podem dizer, ‘Que se dane, eu posso escutar Thrash se eu quiser. ’ As meninas perceberam que é mais seguro do que antes – elas não vão ser estupradas por alguma gangue no mosh pit ou algo do tipo.
Blender.com: Existe algum espaço no metal para máscaras ou maquiagem?
King: “Algumas pessoas fazem isso. SLIPKNOT – eu não tenho nenhum problema com eles pois usam as máscaras dentro do contexto, se você me perguntar. Se você gosta deles ou não, isso não afetará sua música. Quando eles aparecem na cidade, eles fazem um bom show. Eu mesmo iria vê-los. Se você está totalmente focado no que faz, não sou eu quem vai impedi-lo de fazer.”
Blender.com: Quão talentoso é Dave Lombardo?
King: “Você já viu o filme ‘The Natural’? (Nota do Editor: saiu no Brasil sob o título "Um Homem Fora de Série", e relata a trajetória de um jogador de beisebol com habilidades consideradas quase sobrenaturais). Aquele é o Dave. Ele não tem que tentar ser bom. Ele chega no lugar do show 10 ou 15 minutos antes de subirmos ao palco e ele não se aquece. Ele apenas sobe e faz isso, depois de eu e Jeff (Hanneman, guitarrista) termos aquecido por uma hora.”
Blender.com: Existe uma maneira certa de balançar a cabeça?
King: “Acho que todos possuem o seu próprio estilo, mas o meu é basicamente pra frente e pra trás. Desde que eu raspei a cabeça, eu faço o lance frente-pra-trás e de-um-lado-pro-outro, como um grande ‘sim’ ou um grande ‘não’.”
Blender.com: Você não precisa de cabelo comprido para fazer isso corretamente?
King: “Oh não. Se eu tivesse, eu estaria fodido.”
Blender.com: Falando sobre épicos, a arte da capa do novo álbum é incrível. Eu escutei que vocês possuem o original, e está num imenso bloco de madeira.
King: “Eu comprei isso de um pintor. Tem uns quatro pés por quatro pés. É gigantesco. Eu encontrei esse lugar chamado Rosemary’s Billygoat em Los Angeles, também. É como uma loja de coisas estranhas. Eu fui até lá e achei essa foto feito de arame. Tem algo como um pequeno crânio de animal com uma coroa de espinhos – é como se o arame fizesse a figura de Cristo. Nós temos uma música nova chamada ‘Skeleton Christ’, então eu tinha que ter isso.”
18 de março de 2011
Slayer: "Tocar com orquestra é masturbação", diz Kerry King
Vocês fariam algo fora dos padrões, como uma ópera-Rock ou algo do tipo?
Acho que quando você toca com uma orquestra, está apenas se masturbando, dizendo ‘somos os reis do mundo, vamos tocar com uma orquestra’. Desculpe, Metallica, mas infelizmente vocês fizeram isso (risos). Tantas bandas fazem isso atualmente que virou pura masturbação. Antes até que era legal.
Como tem sido tocar com Gary Holt no lugar de Jeff Hanneman?
Ele é demais, estou muito feliz. Foi minha primeira opção. Não sei o que faria se tivesse que escolher outro.
Se houvesse um Big 5, o Exodus seria a outra banda?
É difícil dizer, pois tem o Testament. Com menos história tem o Machine Head, que é demais. Na verdade, acho que termo Big 4 está ultrapassado. Apesar de fazer parte disso, não concordo.
16 de fevereiro de 2011
Slayer: guitarrista do Exodus será o substituto de Hanneman
9 de dezembro de 2010
Slayer: Dave Lombardo na trilha sonora de filme
O baterista do Slayer, Dave Lombardo contribuiu com a trilha sonora do filme "9191", um lado introspectivo entre a desconcertante montanha coberta de neve do viajante internacional e a mística do "shred" - Gigi Rüf. Todo ano, Gigi circunda a estrosfera (N.T. viaja ao redor do mundo) em nome do snowboarding e o filme "9191" é uma coletânea de suas visões para a temporada, documentado em um filme 16mm, super 8 e com alta resoluçao de vídeo.
26 de setembro de 2010
Slayer: Kerry King explica ausência na Jam do Big Four
A revista Revolver conduziu uma entrevista com Kerry King, guitarrista do Slayer. Leia abaixo um trecho da entrevista:
Revolver: Por que você não participou da jam do Big Four?
Kerry: "Há uma razão muito boa. Não leva muito tempo para eu explicar. Dave Mustaine do Megadeth e James Hetfield do Metallica vieram até a mim naquele dia, dizendo: 'Ei, seria legal se você participasse'. Eu sabia que Jeff Hanneman (o outro guitarrista do SLAYER) e Tom Araya (vocalista/ baixista do SLAYER) não participariam da Jam. E eu também sabia que nenhum deles iria editar o nosso vídeo que estava indo para os cinemas em algumas horas, então eu disse ao James e Dave: 'Escutem. Eu tenho que editar o nosso vídeo antes mesmo que eu possa pensar em tocar com vocês'. Assim, eu fui correndo para a sala de ajuste depois que eu tinha feito a escolha das músicas, e eles já estavam no palco. Eu recebo um monte de críticas por não ter participado da Jam, mas essa é a história".
4 de agosto de 2010
Slayer: banda tocará no "Late Night with Jimmy Fallon"
3 de agosto de 2010
Slayer: baterista explica ausência durante jam dos Big Four
2 de agosto de 2010
Slayer: "World Painted Blood" já se tornou um clássico
Sobre a turnê com Megadeth e TESTAMENT:
Sobre turnês:
"Eu diria que cerca de três quartos das bandas que estão fora têm bons momentos enquanto estão na estrada. Tom [Araya, baixo/vocais] é casado, eu era casado e me divorciei recentemente, mas estamos lá fora, nos divertindo com o resto dos caras."
Sobre como a sonoridade do Slayer representa o espectro completo do gênero, abrangendo os fãs de todos os tipos de música agressiva:
"Tem sido ótimo. Você vê como há uma grande variedade de fãs. Você tem pais com seus filhos, os adolescentes, os de vinte e trinta anos de idade. É impressionante. É longevidade. Eu acho que muito disso tem a ver com o fato de que nossa música estar em vários jogos de video-game, o que é muito legal. De certa forma, a Internet arruinou a música, ainda que outras coisas que surgiram, ajudaram ao longo do tempo."
Sobre o último lançamento do Slayer, "World Painted Blood", que tem sido aclamado por fãs e críticos como um retorno à forma brutal, que eles estabeleceram há mais de 20 anos atrás:
"Podemos ver que as pessoas realmente gostam do álbum. Eles cantam ao longo de todas essas músicas, e algumas dessas canções, para mim, já se tornaram clássicos, como dizem, 'South of Heaven' ou 'Seasons in the Abyss'. 'World Painted Blood' cai direito entre eles."
Sobre a performance ao vivo do SLAYER:
"As pessoas vão ouvir minha bateria apenas socá-los. Pelo que ouvi, ela bate em você muito bem. Nós temos um grande técnico de som e, claro, o Slayer atrás dos instrumentos. Não há dúvida de que você vai apanhar. Para esta etapa, estamos tocando atualmente duas músicas do 'World Painted Blood', que são a faixa-título e 'Hate Worldwide'. Então, nós executamos todo o 'Seasons in the Abyss'. Eu não sei se nós iremos fazer isso nos Estados Unidos, mas isso é o que estamos fazendo no Canadá."
Sobre o próximo lançamento do DVD, "Live Intrusion", de 1995:
"'Live Intrusion' foi quando eu não estava na banda. Eles me apagaram. Eles poderiam ter corrigido isso agora, mas eles me apagaram. Eles lançaram quando eu estava fora da banda, então é por isso que fizeram isso. Eu nunca questionei eles sobre isso, mas eu realmente não me importo."
20 de junho de 2010
Big Four: Mustaine e King falam sobre a reunião
Em entrevista para a revista Revolver, o guitarrista Kerry King do SLAYER e Dave Mustaine, líder do MEGADETH, falaram sobre o "Big Four", reunião das bandas Metallica, MEGADETH, SLAYER e ANTHRAX. Confira trechos abaixo.
Revolver: Como surgiu a turnê "Big Four"?
King: "Foi algo que eu estava tentando fazer acontecer, então eu simplesmente fui convidando todo mundo. Eu tenho que dizer - cara, eu não posso acreditar, que desde 27 anos atrás quando lançamos nossa primeira gravação, ninguém tentou fazer isso acontecer. Porque agora que está acontecendo, é tão legal, é tão importante, que o mundo inteiro o quer. Eu não sei porque isso demorou tanto".
Mustaine: "Nós tivemos algumas oportunidades de fazer estes festivais, e nós estávamos fazendo datas do Carnage (com o SLAYER) que, claro, é tão popular nos Estados Unidos e Canadá. Para mim, particularmente, eu não vi isso acontecendo... Estava jantando com Lars (Ulrich, METALLICA) na outra noite, ele me disse que tinha falado com o tour menager do Slayer um ano e meio atrás sobre como isso ia ou não acontecer, e eu pensei, 'Deus, eu estou tão grato de não saber disso um ano e meio atrás, porque eu gastaria todos os meus dias com aquele pensamento: Eu tenho uma grande turnê chegando'".
Revolver: Por um longo tempo, parecia que havia um atrito entre vocês, especificamente entre o SLAYER e o MEGADETH, e MEGADETH e o Metallica. O que quebrou esse gelo?
King: "Antes de fazermos as turnês australiana e japonesa com o Megadeth, eu estava lendo uma matéria do SLAYER no Revolver e acabei lendo a entrevista com o Dave. E eu simplesmente nao conseguia lembrar porque eu não era mais amigo desse cara - eu não conseguia lembrar porque eu estava chateado. Então nós chegamos ao aeroporto, e eu vi ele chegando do lounge e o cumprimentei e disse 'Hey cara, acho que eu não falo com você há uns 15 anos!' Nós temos uma porradas de datas por vir e, honestamente, quando eu falei com ele, eu lembrei do cara que eu conheci 25 anos atrás".
Mustaine: "Nós apenas aprendemos a dar um passo atrás e ver o que estávamos enfrentando no mundo, o 'Big Four', e como cada banda contribuiu para isto de sua própria forma. Eu tive uma grande virada em toda a minha visão de vida entrando nesta turnê, com um novíssimo relacionamento. A primeira pessoa com quem falei foi Kirk (Hammett, do METALLICA). Nós conversamos um pouco e então, no jantar, eu sentei junto a James (Hetfield) e Lars (Ulrich), e foi legal enxergar as coisas - o quanto nós tinhamos mudado o mundo... Vinte anos atrás, esta turnê provavelmente não aconteceria - éramos todos jovens, e não sabíamos lidar com a fama muito bem".
Revolver: O que o Slayer representa no "Big Four"?
King: "Nós representamos tudo o que é demoníaco no 'Big Four' e, historicamente, eu acho que nós representamos melhor o thrash, mas é engraçado como estas quatro bandas deste mesmo movimento tomaram identidades tão diferentes".
Revolver: E sobre o MEGADETH?
Mustaine: "Nossas letras são um pouco mais profundas do que alguns dos outros, mas nós somos todos diferentes neste ponto - as letras do Slayer são realmente diferentes do ANTHRAX. Somos realmente como uma janela de quatro vidros, sabe - quatro diferentes vantagens, todas através da mesma mensagem".
Revolver: Considerando que o Metallica é a atração principal [N.R.: sendo o último a se apresentar] Kerry, eles deveriam estar preocupados em perder espaço para um de vocês?
King: "A única coisa com a qual eu não estou feliz - e nós não sabíamos disso até chegarmos aqui - é que isto não é sempre o 'Big Four' em sequência. Alguns dias há outras bandas entre nós, isso é meio irritante. Uma noite finalizada com ANTHRAX, MEGADETH e SLAYER deveria ser brutal. Eu não tenho nada contra essas outras bandas, mas eu não sabia disso. Mas sim, nós abrimos para o Metallica algumas noites. Eu tenho visto o dobro do Metallica nesta turnê, e eles podem não ter toda essa lenga-lenga e sinos e assovios que eles tinham nos Estados Unidos, mas eles continuam matadores. Eles são profissionais, cara, eles não tem nenhum problema. Isso quer dizer, cara, que nosso set é brutal e não está lá para fazer amigos".
10 de junho de 2010
Slayer: "Nunca tentamos ser algo que não somos"
A revista Metal Hammer da Inglaterra fez recentemente uma entrevista com o guitarrista do Slayer, Kerry King. Abaixo seguem algumas partes da entrevista.
Metal Hammer: “O álbum Reign In Blood” foi obviamente um momento marcante para o Slayer. Quando vocês escreveram o álbum perceberam que ele seria um marco?
King: "Eram apenas as próximas 10 músicas. Simples assim, eram somente as músicas que a gente escreveu. Tínhamos acabado de fazer um monte de riffs rápidos naquela época. Dave [Lombardo, baterista Slayer] sempre foi um fã de punk rock, e eu acho que é de onde vem muita coisa rápida. Os riffs vieram do lado do metal. Acho que uma melhor descrição para o que fazíamos seria metal-punk, e eu acho que o thrash é isso. No principio punks iam para shows de punk e metalheads iam para shows de metal, e eu acho que nós somos uma dessas bandas, se não a única, que mudou isso".
Metal Hammer: “Angel Of Death” causou muita controvérsia. Foi algo que você passou por cima ou incomodou?
King: "Me deu combustível suficiente para escrever música para o resto da minha vida. Ver algo assim ter tanto impacto e ver as pessoas se sentirem ofendidas, me fez perceber o quanto elas são hipócritas. Todos nós somos hipócritas. Era pra gente ter liberdade de falar, e você vai se sentir ofendido por estarmos tocando uma música com este tema? Isso é errado, eu acho que no seu conjunto a humanidade esta cheia de uns idiotas de merda. Em poucas palavras, nossas letras apenas dizem 'pensem', só isso".
Metal Hammer: Você parece ter sobrevivido aos anos 90 com mais dignidade que a maioria. Qual o seu segredo?
King: "Eu não sei cara. Foi a porra da era LIMP BISKIT. Eu me lembro que foi a única vez que eu deixei alguma coisa me influenciar no que eu estava escrevendo. Quando fizemos o 'Diabolous In Musica', eu não escrevia música por que estava ofendido com aquela merda. Eu não conseguia entender o motivo pelo qual alguém faria uma música como aquela, muito menos gostar daquilo. Aquele foi definitivamente o meu pior momento como músico e aquilo realmente apareceu no álbum, a minha falta de envolvimento".
Metal Hammer: Por que voce acha que os fãs ficaram com vocês durante esse período?
King: "Nunca tentamos ser algo que não somos, os fãs percebem isso. Eu me lembro que gostava de algumas bandas e quando eles fizeram mudanças dramáticas eu odiei. Então como banda e sendo capaz de fazer essas escolhas, isso foi algo que nunca fizemos. Ainda somos o Slayer, aquela só não foi uma boa época pra gente".
Metal Hammer: Quando vocês perceberam que o metal estava voltando?
King: "Acredite ou nao, eu previ isso quando o GODSMACK e o DISTURBED começaram a ficar grandes. Os garotos estavam gostando de uma música mais pesada e eles iam ficar cansados disso e iam passar pro próximo nível, e viriam bem aqui pra nossa área. Eu disse isso há 10 anos atrás, e foi exatamente o que aconteceu. Slipknot foi definitivamente uma coisa nova e o primeiro álbum deles foi ótimo".
Metal Hammer: Já se passaram quase 25 anos do seu primeiro álbum. Qual o segredo para tanta longevidade?
King: "Primeiro, começar cedo. Durante os primeiros álbuns ainda estávamos vivendo em casa, entao ao invés de ficar com a porra da nossa família íamos tocar guitarra, então éramos muito mais produtivos. Não excursionávamos muito e ainda estávamos nesta só pra fazer nossa musica. Agora temos que sair em turnê e todas as outras merdas. Eu nunca tive um problema em ser um Slayer. Me reconhecem com maior frequência agora. É difícil de me esquecerem!
5 de junho de 2010
Slayer: show interrompido por ferimento em moshpit
02. Jihad
03. Hate Worldwide
04. Disciple
05. Beauty Through Order
06. War Ensemble
07. Blood Red
08. Spirit in Black
09. Expendable Youth
10. Dead Skin Mask
11. Hallowed Point
12. Skeletons of Society
13. Temptation
14. Born of Fire
15. Seasons in the AbyssPrimeiro Bis:16. Mandatory Suicide
17. Raining Blood
18. Aggressive PerfectorSegundo Bis:19. South of Heaven
20. Angel of Death
Em 26 de maio, o SLAYER deu início a uma turnê européia, na qual incluem várias aparições em festivais Sonisphere, onde a banda fará parte do “Big Four” – Metallica, SLAYER, MEGADETH e ANTHRAX. O grupo retornará à América do Norte no fim de julho para co-capitanear (junto com o MEGADETH) a turnê Canadian Carnage, na costa leste, e então, começando em 11 de agosto, a turnê American Carnage.A agenda de turnês completa do Slayer pode ser acessada no Slayer.Net.
4 de junho de 2010
Slayer: Kerry King comenta o dia internacional do grupo
26 de maio de 2010
Tom Araya: cirurgia, Dave Mustaine, 50 anos de idade...
“Os discos do meu pescoço estavam comprimindo os nervos e afetando o lado esquerdo do meu corpo. Na Austrália a dor foi muito severa, eu já tive dores antes mas essa foi sem parar... Eu tinha três discos comprimidos, os médicos tiraram e colocaram uma placa, mas estou bem agora”.
Perguntado sobre Dave Mustaine, Tom comentou:
“Ele é um ser humano e tenho que respeitá-lo, mas isso é tudo... Ele é um cara legal, mas ele tem a personalidade dele e eu a minha”
Quanto a fazer 50 anos, Tom disse:
“Cinqüenta é um numero, eu não penso sobre minha idade. Não penso sobre quantos anos tenho... Mas eu sei que vai chegar uma hora, e vou saber quando, que vou dizer – eu não quero mais fazer isso, porém agora estou me preparando para uma turnê”.


