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22 de dezembro de 2011

Motley Crue: Vince Neil pensa seriamente em deixar a banda

O vocalista do Mötley Crüe Vince Neil disse a Robin Leach do Las Vegas Sun que está considerando seriamente uma separação da banda após sua série de shows no Joint no Hard Rock Hotel de 3 a 12 de fevereiro de 2012. "Não está definido, mas eu estou pensando seriamente nisso", diz ele.

Ele acrescenta "Isso é sobre eu estar pensando na outra metade da minha vida, pensando sobre o meu futuro, e esse futuro pode não incluir o Mötley Crüe depois de Vegas. Há tantas oportunidades diante de mim que eu estou realmente excitado. Eu só não quero olhar para trás mais tarde na vida e lamentar por não tê-las perseguido."

"Eu só não estou certo de que eu posso dar a essas oportunidades o tempo e o esforço que eu vou precisar e continuar com a banda. Tem sido uma grande corrida e eu tenho aproveitado cada segundo, mas estar relaxando aqui nesse lugar lindo tem me dado a chance de refletir sobre qual direção eu quero que o resto da minha vida leve. Eu estou realmente pensando muito nisso."

Neil já saiu do Crüe anteriormente, em 1992 e foi substituído por John Corabi. No entanto, em 1997, os membros originais da banda se reuniram novamente.

12 de novembro de 2011

Mötley Crüe: "The Dirt" relançado em edição de aniversário

2011 marca o trigésimo aniversário de uma pequena banda hedonista chamada MÖTLEY CRÜE, e para celebrar, a banda está lançando uma edição especial da revolucionariamente honesta biografia, ‘THE DIRT – CONFESSIONS OF THE WORLD’S MOST NOTORIOUS ROCK BAND’. Essa edição com uma encadernação nova também comemora o décimo aniversário do lançamento original do livro.

A infame avalanche de devassidão conseguiu extrair o bastante de seus anais para satisfazer aos fãs e curiosos ao redor do mundo em seu lançamento inicial em 2011. Passando das 400 páginas, o livro traz histórias de sexo, drogas, escândalo, amor, morte e mais.

O livro chegou a entrar na lista de Best Sellers do «jornal estadunidense» New York Times por quatro semanas, vendendo impressionantes 500 mil cópias ao todo. Nada mal para os reis do sleaze. Mas aí entra o duradouro apelo da banda, cremos nós – todo mundo adora ver o circo pegar fogo.

“The Dirt” é apenas um item do punhado de, digamos, trabalhos literários dos membros do Crüe. Tommy Lee, Vince Neil e Nikki Sixx todos conseguiram elaborar livros próprios ao longo dos anos também. “The Dirt”, entretanto, permanece como o avô de todos, a história do Crüe, tal como contada por todos os quatro membros.

1 de novembro de 2011

Mötley Crüe: Vince Neil se declara culpado de perturbação

O frontman do Mötley Crüe, VINCE NEIL irá se declarar culpado de uma acusação de delito e pagar uma multa de mil dólares relacionada a um suposto incidente de violência doméstica envolvendo sua ex-namorada.

O jornal Las Vegas Review afirma que, como parte do acordo, os promotores do distrito do condado de Clark irão retirar uma das acusações de violência doméstica em troca da admissão de Neil de culpa por perturbação da ordem pública, confirmou o promotor David Roger.

Neil, de 50 anos, foi visto gritando impropérios e cutucando «com o dedo» a ex-jornalista especializada em entretenimento de um canal local de TV, Alicia Jacobs no «hotel» Las Vegas Hilton em março passado.

O advogado de defesa de Neil, David Shesnoff, disse, “O Sr. Neil lamenta muito ter alterado seu tom de voz.”

Jacobs, de 45 anos, estava acompanhada por vários amigos que testemunharam o apavoro regado a obscenidades do cantor pra cima dela, assim como o ‘cutuco’, que segundo ela, deixou um hematoma.

Neil e Jacobs se separaram em março depois de um relacionamento de sete meses. Na época, Jacobs emitiu um comunicado informando que o rompimento se deu devido ‘a decisões que Vince continuava a tomar. ’

10 de setembro de 2011

Motley Crue: Vince Neil atração em show após maratona

De acordo com o site San Antonio Metal Music Examiner, o músico Vince Neil do MÖTLEY CRÜE será a atração principal do show após a corrida no Rock 'N' Roll San Antonio Marathon & Half-Marathon no domingo, 13 de novembro no Alamodome em San Antonio, Texas.

A maratona será realizada para beneficiar a Susan G. Komen For The Cure, deverá ter 30 mil corredores para a maratona de 13,1 milhas meia-maratona e 26,2 quilômetros ao longo das ruas do centro.

2 de agosto de 2011

Mötley Crüe: "bandas simplesmente dão um tempo"

Em entrevista ao Morning Call, o vocalista Vince Neil (MÖTLEY CRÜE) falou mais sobre a atual situação da banda.

Sobre a sua saída do Mötley no início dos anos 1990, a do baterista Tommy Lee no começo dos anos 2000 e o hiato de quatro anos:

Vince: "As pessoas esquecem que as bandas simplesmente dão um tempo de vez em quando. Se não estamos em turnê por um ano, as pessoas pensam que nos separamos. Mas se você analisar uma banda como o AC/DC, que não lançará um disco novo em quatro ou cinco anos, ninguém vai pensar que eles se separaram. É estúpido da parte de algumas pessoas pensar assim."

Mötley Crüe: videos de Nikki Sixx pulando em cima de fã

Segundo o The Day Tripper, o baixista do MÖTLEY CRÜE, Nikki Sixx, saltou para o público, em direção a um fã que estava filmando a banda, neste último sábado, dia 30 de julho de 2011, em uma apresentação na Outlaw Jam em Frederick Fairgrounds em Frederick, Maryland - USA. O fã estava aparentemente filmando o show com uma câmera profissional, o que irritou Nikki.

O Mötley Crüe parou o show, enquanto os segurança puxavam Sixx de volta para o palco. Eles também pegaram a câmera das mãos de seu proprietário.

Um fã que assistiu ao show, Eric Seebach de Frederick, disse ao FrederickNewsPost.com o que conseguiu ver do que estava acontecendo. "Nós vimos o segurança puxando Sixx por seus braços", disse Seebach. "Eles correu de volta para o palco com a câmera."

23 de julho de 2011

Mötley Crüe: "somos os últimos astros do rock"

Frank Blase do RochesterCityNewspaper.com conduziu uma entrevista com o vocalista do MÖTLEY CRÜE, Vince Neil. Alguns trechos da conversa seguem abaixo.

RochesterCityNewspaper.com: Depois de 30 anos, o que o Mötley Crüe vem mostrando em seus shows?

Vince: Bem, se você olhar ao redor, não é só os fãs que cresceram com a gente, mas tem crianças de 12 e 13 anos de idade com camisetas do "Shout At The Devil". Nosso público é bastante diversificado, desde advogados a motociclistas. As crianças sobem nos ombros dos pais para viverem essa experiência. Também tem muitas garotas, acredito que mais do que caras. De qualquer maneira estamos enchendo esses lugares, assim como sempre fizemos.

RochesterCityNewspaper.com: O que você acha que faz o Mötley Crüe durar?

Vince: As pessoas, elas gostam de falar sobre nós. Pessoalmente somos um bando de idiotas, e juntos somos um grupo de idiotas loucos.

RochesterCityNewspaper.com: Grandes idiota que sobreviveram até hoje.

Vince: Exatamente. E quando nós quatro nos reunímos, acontece a mágica, quando nós vemos nosso fãs curtindo o nosso som... Parece que eles se esqueceram que já se passaram 30 anos. Eu ainda me sinto como se estivéssemos tocando no Whisky A Go-Go. Ainda somos os mesmos caras.

RochesterCityNewspaper.com: Além de projetos paralelos e outras atividades, o que o Mötley Crüe não fez ainda?

Vince: Nós praticamente já fizemos de tudo. Quero dizer, nós não queremos mudar de estilo. O Mötley Crüe é o Mötley Crüe. Nós só vamos continuar fazendo discos e turnês. Planejamos fazer o Crüe Fest 3, para apresentar novas bandas.

RochesterCityNewspaper.com: Qual é o conselho que você dá para as bandas novas que estão surgindo?

Vince: As banda devem se dedicar, fazer shows, e se expressar mais. Foi assim que começamos. Quando as pessoas deixam um show do Mötley Crüe, elas saem falando: "Porra, é disso que eu tava falando". Mas se você sair por aí tocando qualquer coisa, pode ser bom para algumas bandas, mas não é uma atitude rock 'n' roll.

RochesterCityNewspaper.com: Por que você acha que são as última estrelas do rock?

Vince: É estranho. Várias bandas não se importam mais. Eles não se preocupam com imagem, não se preocupam com a maneira que elas são vistas, não se importam com a postura em um show. Isso é entretenimento, e elas andam no palco vestindo as mesmas coisas de antigamente. Isso faz com que elas percam a magia de ser uma estrela do rock. Eu acho que você está certo, somos os últimos astros do rock.

14 de julho de 2011

Nikki Sixx: detonando Michael Jackson no twitter

O baixista do Mötley Crüe, NIKKI SIXX deflagrou um ataque de ódio a MICHAEL JACKSON em sua conta no Twitter, e ao que parece, pela sua reação ao feedback dos próprios seguidores, Nikki ‘pega pilha’ fácil. Eis a tradução dos posts de Sixx nas últimas horas:

Nikki Sixx: Vamos tentar algo que nunca foi feito antes na rádio no (programa apresentado por Sixx) @sixxsense e tentar entrar em contato com Michael Jackson por meio de uma tábua de Ouija. Eu espero que ele não esteja muito ocupado no hospital de crianças do céu.

Nikki Sixx: 10 ANOS DE SOBRIEDADE, PAI DE QUATRO FILHOS, MÚLTIPLOS NEGÓCIOS, BEM SUCEDIDO EM MINHAS EMPREITADAS (MOTLEY, SIXX AM, SIXX SENSE, FOTOGRAFIA & ROYAL UNDERGROUND). COMO VOCÊ OUSA ME INSULTAR DIZENDO QUE EU ESTOU DROGADO OU BEBENDO POR TER UMA OPINIÃO SOBRE UM PORRA DUM ESQUISITO QUE EM MINHA OPINIÃO ESTUPRAVA CRIANÇAS. ATÉ ONDE EU SAIBA ESTAMOS NOS EUA E EU SOU NIKKI SIXX DO MOTLEY CRUE E NÃO RECEBO ORDENS DE NINGUÉM. LEIA A MEUS LIVROS, OUÇA AS LETRAS.

Nikki Sixx: QUE BELA NOITE... FALANDO SOBRE PESSOAS QUE NÃO MERECEM ESTAR VIVAS PELA CRUELDADE QUE ELAS FIZERAM COM CRIANÇAS...A LISTA É LOOOONGAAA

Nikki Sixx: PORRA DE MARKETING RT@NikkiSixx Engraçado como MJ era visto como um molestador de crianças quando estava vivo e quando morreu ele virou uma ‘inspiração’ de repente.

Nikki Sixx: ELE ESTÁ MORTO E AS CRIANÇAS ESTÃO SALVAS DELE RT@NikkiSixx Qual é o bafo pra tanto MJ essa noite?

Em tempo: pra quem se dispuser a checar os posts originais em inglês, fica ÓBVIO que Nikki tem o domínio da língua inglesa – especialmente nos quesitos ortografia e concordância – equivalente ao de uma criança do primário e NÃO HÁ COMO ele ter escrito dois livros.

11 de julho de 2011

Mötley Crüe: "as bandas novas esqueceram a diversão"

Vince Neil bateu um papo sobre a nova turnê e os planos dos integrantes do Mötley Crüe.

Como está indo a tour?

Está ótima. Os shows estão quase todos lotados. As platéias estão demais, assim como as bandas. Tudo tem sido divertido.

Os fãs escolheram o setlist dessa vez. Parece que eles não fugiram muito do que vocês já vinham tocando.

É óbvio que a maioria vai escolher os hits. Mas não esperávamos algumas, como “Smokin’ in the Boys Room” e “Too Young To Fall in Love”, que não tocávamos há muito tempo. Então, foi muito legal voltar a executá-las.

Algumas delas foi difícil voltar a cantar?

Não, adoro cantá-las. “Too Young...” é uma de minhas favoritas de todos os tempos. Também estamos fazendo “Ten Seconds To Love” e “Too Fast For Love”.

Você já deu uma volta na bateria 360 graus de Tommy Lee?

Ainda não tive a chance. Acho que vou ter que esperar a minha vez. Adoro montanhas russas. O problema é que quando chegamos ao local dos shows, ainda estão montando. Não dá para simplesmente ir lá e subir no kit.

Vocês lotam grandes locais ano após ano. Já dá para considerar o Mötley Crüe uma banda clássica do Rock?

Diria que sim. Estamos juntos há 30 anos. Se isso não é ser clássico, não sei mais o que pode ser. É demais ainda ser viável mercadologicamente. E a platéia se renova, o que é muito legal.

Qual sua opinião sobre as bandas novas de Rock?

Sou o cara errado para responder isso. Não ouço muitas bandas novas. Quando vou escutar música, prefiro pegar aquilo que cresci ouvindo. Espero que surja algum grupo que revolucione o Rock, mas não parece que irá acontecer. A maioria esquece que isso é diversão, precisamos dar um espetáculo. Só querem usar jeans e uma camiseta, ficar lá tocando. Acabam se desviando do foco de um show.

Vocês sempre valorizaram as apresentações, fazendo que elas fossem divertidas...

Por isso aquelas bandas dos anos 1990 desapareceram. Eles eram depressivos demais.

Como está Mick Mars?

Muito bem! Está tocando, correndo pelo palco, é um maníaco.

É verdade que ele vai lançar um disco de R&B?

Ele fala sobre isso faz tempo. Espero que finalmente consiga, pois ele toca esse tipo de música muito bem. Seria demais, as pessoas ficariam realmente surpresas.

Tommy Lee declarou recentemente que não achava que a banda deveria lançar novos álbuns. Você concorda?

Não, eu gosto de fazer isso. Não imagino isso acontecer. Definitivamente haverá um novo álbum ano que vem. Nesse momento, o foco é a turnê. Assim que o ritmo diminuir, vamos nos juntar para gravar.

13 de junho de 2011

Mötley Crüe: mini-documentário em HD sobre bateria com loop

Como já é notório, TOMMY LEE, o baterista do MÖTLEY CRÜE estreou um antigo projeto para seu solo de bateria na semana que se passou, uma montanha-russa sustentando que seu kit e que desempenha um movimento de 360 graus.

Na madrugada de hoje, o próprio Lee postou um mini-documentário no YouTube com imagens filmadas profissionalmente nos shows dessa semana cobrindo desde sua entrada no palco até o ápice do interlúdio, quando um fã é escolhido da plateia para acompanhá-lo no final da proeza.

7 de junho de 2011

Motley Crue: fotos de perto da banda estão proibidas

Parece que o MÖTLEY CRÜE ficou preso numa cápsula do tempo: depois de VINCE NEIL ter participado de um reality show onde passou por uma cirurgia plástica, TOMMY LEE vestir-se e falar como um roadie do Wu Tang Clan, chegou a vez de NIKKI SIXX assumir seu complexo de Dorian Gray.

Quando os primeiros acordes de seja lá qual música da banda soarem hoje em Dallas, no Texas, dando início à turnê da banda com o POISON pelos EUA, os fotógrafos estão totalmente proibidos de ficarem no fosso que separa o palco da barreira de contenção da platéia.

Segundo fontes próximas à banda, isso ocorre desde a terceira semana da Carnival of Sins Tour em 2005, quando a banda achou que as fotos tiradas de muito perto acentuavam muito as linhas do tempo.

24 de maio de 2011

Motley Crue (Estadio Cubierto, Buenos Aires, 20/05/11)

Bienvenidos a Buenos Aires! Esse fim de semana (20/05) fez um mês que eu me mudei para terras porteñas. E a minha comemoração particular foi me dar de presente o ingresso do show do grande Motley Crue.

Confesso que no início tava desanimada, e só comprei o ingresso porque o Motley é a banda preferida da minha irmã, e como eles não iam passar no Rio, ela não os viu. Então me encheu a paciência pra que eu fosse. Eu tava num cidade que eu ainda quase não conheço, sozinha, e o show ia ser num lugar que eu até então não sabia que existia. Mas resolvi que era melhor ir do que me arrepender depois. E, olha, foi uma sábia decisão.

O público argentino é COMPLETAMENTE insano. Só quem já viu um show por aqui vai entender o que eu tô dizendo. Sim, o público brasileiro é caloroso, é animado, mas não é nada, nada comparado com isso aqui. As pessoas vão pra se divertir ao máximo, e não param quietos um segundo sequer. Foram mais de duas horas de gritos, braços erguidos, mosh em toda a pista, todo mundo pulando… E pasmem, é proibido vender bebida alcoolica no local do concerto, então, eles fazem tudo isso sóbrios!

Bem, ter a entrada de alcool proibida não impediu que o Tommy Lee saísse da bateria no meio do show e, reclamando disso, desse uma garrafa de Jägermeister pro pessoal da pista vip, e mandassem que eles dividissem com toda a galera. Óbvio que ficou todo mundo apaixonado por ele depois disso. Falando nele, o Tommy é um espetáculo a parte. O cara simplesmente não envelhece. Ele levanta da bateria o tempo todo, conversa com todo mundo, puxa o grito da galera, um lindo. Por outro lado o Mick Mars tá quebrado. O que é compreensível se levarmos em conta que o cara tem 60 anos, uma doença degenerativa, e ainda assim tá fazendo turnê com o Crue. E apesar dele parecer um boneco de cera a maior parte do tempo, ele aprendeu espanhol só pra perguntar se a galera queria mais solo de guitarra. E foi todo meloso com os argentinos, falando de como eles são o melhor público do mundo e animando sempre que sua pouca mobilidade permitia.

Eu que já li a biografia do Nikk Sixx entendi bem o que era pra eles estarem ali, de frente pra uma turma alucinada, fazendo o que eles fazem de melhor, mais de vinte anos depois da maioria deles quase ter morrido por causa da vida maluca deles. Não tem como não se apaixonar por eles, porque é muito claro que eles amam aquilo ali. Acredite em mim, a único pensamento que se consegue ter quando as luzes apagam e o show começa é que você quer aquilo ali pro resto da sua vida. A única coisa melhor que ver uma boa banda, é estar em cima do palco. Seja Rockstar e seja feliz. É mais ou menos isso.

Tecnicamente o som tava uma droga. a guitarra do Mick tava muito estridente, e o bumbo do Tommy tava abafado e embolado com o baixo no Nikk. E bem, eles sabiam disso, e ainda assim foram mega profissionais e tentaram compensar isso em cima do palco. Não foi nada que atrapalhasse a qualidade geral do concerto, mas tecnicamente podia ter sido bem melhor. Em compensação, a voz do Vince tava um escândalo. Um tapa na cara de todo mundo que diz que os vocalistas de hard rock tão velhos, gordos e não cantam mais nada. Ele animou todo o tempo, e ainda assim cantou como fazia nos áureos tempos do Hard.

Bom, não pretendia falar do Buckcherry, mas me sinto obrigada a fazer isso. Por que? Porque eles me deixaram com a cara no chão. É uma banda do caralho. Não é a toa que os caras tão abrindo pro Motley. Saí do estádio sentindo que tinha pago só um ingresso, e visto dois grandes shows. Eu que nem conhecia os caras, já coloquei pra baixar toda a discografia deles.

Enfim, quem não pode ir ver o Motley, eu só posso lamentar. Sério, você perdeu a oportunidade de ver na América do Sul uma das melhores bandas do planeta. Mesmo que você não goste tanto do som deles, ou ache que eles já passaram da época, uma coisa indiscutível é que eles sabem como fazem um show espetacular. Sem dúvida, o melhor show que eu já vi.

22 de maio de 2011

Mötley Crüe (Credicard Hall, São Paulo, 17/05/11)

Confesso que custei a acreditar que dessa vez os fãs brasileiros de Hard Rock seriam enfim agraciados com um show do MÖTLEY CRÜE no país. Em 2008, a banda visitou nossos “hermanos” argentinos e acabou não vindo para o Brasil, o que fez com que alguns fãs brasileiros fossem até a Argentina para acompanhar a banda. Certamente nenhum produtor apostou no sucesso de um show do MÖTLEY CRÜE em território brasileiro.

Mas quando a Time For Fun anunciou que o show estava realmente marcado e as vendas de ingressos começaram, o sonho de muitos (como deste redator), de ver o Vince, Nikki, Mick e Tommy ao vivo, estava próximo de se tornar realidade.

A data escolhida para esse momento tão especial para os brasileiros foi o dia 17 de maio, uma terça-feira fria em São Paulo. Apresentação única, com abertura da banda BUCKCHERRY, também de Los Angeles.

O BUCKCHERRY surgiu na década de 90 e tenho que admitir que conhecia muito pouco o trabalho do grupo, até descobrir que os músicos dividiriam o palco com o MÖTLEY CRÜE no Brasil. Conforme anunciado, às 21:30hs em ponto, o BUCKCHERRY entrou em cena, para um Credicard Hall já bastante cheio. Logicamente a ansiedade do público era para ver a atração principal da noite, mas o BUCKCHERRY fez bonito e agitou os presentes, aproveitando para divulgar seu álbum mais recente, “All Night Long” (2010).

Certamente as canções que mais agitaram foram “Lit Up”, com o refrão que diz “eu amo cocaína”, “It´s A Party” e “Crazy Bitch”, que fechou o set de 1 hora de apresentação. O vocalista Josh mostrou todo seu estilo performático e interagiu bastante com o público, além dos demais músicos que estavam visivelmente felizes e trocavam constantemente olhares de aprovação.

Terminada a abertura do BUCKCHERRY, foi preciso esperar exatos 30 minutos até às 23hs, quando as luzes se apagaram e começou a se tornar realidade aquilo que um lotado Credicard Hall esperava: MÖTLEY CRÜE no Brasil para uma única e histórica apresentação!

Com “Wild Side”, a banda apareceu no palco, para empolgação e, claro, emoção de todos os presentes. Sem pausa sequer para um “alô”, Vince e os demais emendaram “Saints Of Los Angeles” e “Live Wire”, sucessos de épocas completamente diversas: a primeira música é do último álbum da banda, de 2008, e “Live Wire” é a faixa de abertura do disco de estreia do grupo, lançado em 1981.

Comemorando 30 anos de uma carreira de grande sucesso, o MÖTLEY CRÜE se mostrou animado por estar no Brasil pela primeira vez, o que levou Vince Neil a se perguntar porque a banda ainda não havia passado por aqui.

Tommy Lee também se mostrou empolgado e foi em direção ao público para oferecer bebida e agradecer a presença dos fãs, assim como fez Nikki antes de anunciar “Too Young To Fall In Love”, uma das gratas surpresas do set list escolhido para esta turnê sulamericana.

Em relação ao show do Chile, realizado dias antes, apenas “Too Fast For Love” ficou de fora, música que era pedida por alguns fãs e cuja falta foi sentida. Mas o jeito foi curtir a não menos interessante “Ten Seconds To Love”, outra boa surpresa.

Em “Girls, Girls, Girls”, um dos maiores clássicos da banda, muitas garotas se animaram e tiraram as blusas, para curtir o som de sutiã, “quase” ao estilo do que se vê nos shows do grupo pelos EUA, quando muitas fãs tiram as blusas de verdade e mostram os seios. Aqui o público foi mais contido, mas a canção fez o Credicard Hall balançar e foi um dos pontos altos da noite.

“Home Sweet Home” também arrancou gritos de muitos e vale registrar que logo na introdução da canção os 4 músicos juntaram as mãos, mostrando que, ao menos no palco, eles ainda continuam entrosados e unidos.

“Kickstart My Heart” foi cantada em uníssono e fechou o show. Depois foram longos 5 minutos de luzes apagadas até o retorno da banda com “Looks That Kill”, dessa vez para encerrar de vez a apresentação.

Não posso deixar de destacar o guitarrista Mick Mars: com recém completados 60 anos, o músico se supera a cada show e luta contra a dor decorrente de uma doença que compromete seus movimentos e sua articulação, sendo impecável em São Paulo. Com sua cadência e levada características, ainda que tenha por algumas vezes se utilizado de parte do cenário para descansar suas costas, ficando mais ao fundo do palco, próximo à gigante bateria de Tommy Lee, quando o assunto foi executar os grandes clássicos do MÖTLEY CRÜE, Mick não decepcionou. Emocionante vê-lo ao vivo de tão perto.

Já que confessei no início que duvidava da confirmação do show por aqui, o que me fez comprar as passagens para Buenos Aires, aqui vai outra confissão. Mesmo sendo fã incondicional da banda e tendo o MÖTLEY CRÜE como grupo preferido (como disse, as malas estão prontas para ir a Buenos Aires repetir a dose), confesso também que não acreditava que o show por aqui fosse lotar, ainda mais com tantas apresentações internacionais nesse primeiro semestre. Mas para a felicidade de todos os fãs do grupo, o Credicard Hall estava lotado! Ou seja, para produtores ou aqueles que ainda tinham dúvidas acerca da grandeza da banda no Brasil, tenho a certeza de que este show em São Paulo serviu para mostrar que o grupo tem muitos fãs por aqui e pode voltar quando quiser. É garantia de casa cheia, Hard Rock de qualidade, agitação e emoção.

Agradecimentos a Time For Fun (Guilherme Oliveira) pelo credenciamento e pela atenção.

Banda:

Josh Todd - vocal
Keith Nelson - guitarra
Stevie D. - guitarra
Xavier Muriel - bateria
Jimmy Ashhurst - baixo

Set List:

- Dead
- Rescue Me
- All Night Long
- Everything
- Oh My Lord
- It's A Party
- Next 2 You
- Lit Up
- Slammin'
- Lawless & Lulu
- Sorry
- Crazy Bitch

Banda:

Vince Neil – vocal
Nikki Sixx – baixo
Mick Mars – guitarra
Tommy Lee - bateria

Set List:

- Wild Side
- Saints Of Los Angeles
- Live Wire
- Shout At The Devil
- Same O' Situation
- Primal Scream
- Home Sweet Home
- Don't Go Away Mad (Just Go Away)
- Mick Mars Solo
- Dr. Feelgood
- Too Young To Fall In Love
- Ten Seconds To Love
- Smokin' In The Boys Room
- Girls, Girls, Girls
- Kickstart My Heart

Bis
- Looks That Kill


19 de maio de 2011

Mötley Crüe: fã brasileiro tatua autógrafo de vocalista

O empresário Anderson Xavier, de São Paulo, decidiu levar sua paixão pelo Mötley Crüe ao extremo: após ter conhecido Vince Neil, o vocalista da banda em seu show solo no Brasil em 2010 – e ter enchido a cara de champagne com ele no L’Hotel - ele tatuou o autógrafo de Neil (assinado na noite anterior ao show do Credicard Hall) nas costas de sua mão.

4 de abril de 2011

Mötley Crüe: "Vince Neil não sairá", diz Nikki Sixx

Em resposta a uma fã chamada Chris no Facebook, Nikki Sixx descartou a possibilidade de o MÖTLEY CRÜE voltar à estrada com outro vocalista no lugar de Vince Neil.

“Chris, as pessoas adoram fofocar. Não ouça elas, estamos numa boa. Passamos pelos problemas e aprendemos nossas lições. Vince está bem e sairemos em turnê logo, juntos como uma banda de irmãos”.

1 de abril de 2011

Nikki Sixx: "Sou o que sou, não o que a sociedade quer"

Por Nicki Gostin, traduzido por Nacho Belgrande.
O baixista do MÖTLEY CRÜE, Nikki Sixx lançou um novo livro, chamado ‘This is Gonna Hurt’, mas não é tudo que você esperava. Enquanto seu best-seller anterior, ‘The Heroin Diaries,’ escrito em um ano macabro no qual ele decaiu no vício em drogas, ‘Hurt’ mostra um obsessão diferente: fotografia. O roqueiro está claramente atrás das câmeras, e esse livro contém mais do que sua cota de imagens chocantes encharcadas em sépia de crânios, mulheres russas sem teto, a tatuadora Kat Von D e séries esclarecedoras de pessoas com deformidades, assim como outras bizarrices.

Sixx falou com o site estadunidense PopEater sobre o que o levou a esse livro, sua crença em um poder superior, a duradoura irmandade do Motley Crue e porque ele não vai a nenhum encontro dos Alcoólatras Anônimos para celebridades viciadas desejosas de privacidade.

Fale-me como surgiu esse livro.

Começou comigo exercitando minha criatividade... eu tenho feito fotos por bastante tempo, 10 anos, e eu sou realmente muito sério quanto a isso. Eu meio que tenho mantido isso pra mim mesmo. À medida que eu comecei a acumular um certo acervo de trabalho daí o conceito do livro começou a vir. Originalmente era pra ser estritamente um livro de fotografia, mas eu estava escrevendo porque eu amo escrever sobre a experiência, e eu acho que de certo modo algo é belo ou feio. Eu não sou o tipo de fotógrafo que faz as coisas porque está moda ou não. Eu na verdade faço coisas que eu nem sei sobre o que são. Simplesmente rola.

Minha vida tem sido sobre adversidade e superar adversidade. Alguns dos temas de minhas fotos, é inacreditável pelo que algumas dessas pessoas passaram. No fim do dia, você pensa, “Eu tenho muito pelo que ser grato.”

Descreva seu estilo.

Honesto, eu espero.

Você ama escrever.

Quando eu escrevo, seja para um blog ou uma resposta a um email, tudo tem um fluxo. Meus autores favoritos são escritores da geração beat. Eu amo o ritmo deles. Geralmente os que têm uma mensagem neles. Eu curto escrever coisas que são positivas. Algumas pessoas chamam isso de ‘Sixxismos’. Eu curto isso, e eles aparecem muito em minha escrita. Meu texto novo de hoje é sobre não deixar que os perdedores vençam. A água procura seu próprio nível, você tem que estar preocupado com aqueles que tentam rebaixar você ao mesmo nível deles quando você está tentando subir e fazer algo especial ou passar por uma transição em sua vida. Como dizem, a desgraça adora companhia. Você tem que estar ciente disso.

Como está o Motley Crue?

Temos estado juntos por 30 anos, e vamos sair em turnê nesse verão. Eu acho que as pessoas acham que nossa relação é mais do que realmente é. Somos apenas irmãos.

Vince não atacou a banda em sua autobiografia do ano passado?

Todo mundo tem o direito de ter sua própria interpretação da vida.

Você acredita num deus?

Sim. Eu estou no A.A. Eu acredito num poder superior. Ele não tem um rosto ou um nome. Eu acho que o primeiro nome dele seria superior e o segundo nome dele seria poder. Sr. Poder, eu não sei.

Você freqüenta encontros do A.A. para celebridades?

Não, eu não acredito neles. Eu faço tudo normal porque ninguém fez isso pra mim. Eu fiz isso pra mim. Eu escolho a maneira com que me pareço visualmente. Eu acordo e me visto do jeito que me visto porque eu gosto. É como eu gosto de me expressar. Eu não sinto isso porque tenho sido afortunado o suficiente para tocar música e fazer com que as pessoas saibam quem eu sou pra ser tratado de maneira especial. Somos a mesma coisa.

É difícil manter seus pés no chão?

Você sabe quem você é quando não há ninguém com você e com quem você anda. Então se você se cerca de puxa-sacos e parasitas, então você é um deles. Então eu me cerco de pessoas realmente especiais porque elas são muito difíceis de achar. Eu quero subir àquele nível todo dia. Eu posso parecer tão louco quanto eu quiser, tatuar o que eu quiser tatuar, eu posso ter a boca suja como a de um marinheiro, mas há um certo nível de humanidade e humildade no qual você precisa ficar se você quiser criar coisa boa. Não quer dizer que você não possa ligar o amplificador bem alto ao ponto de arrancar a pele da cara de alguém, mas isso tudo é parte da diversão. Eu estou me divertindo muito. Eu sou tão abençoado, e eu não sei o porque. É porque eu sou diferente e não quero ser igual a todo mundo? Eu realmente me aceito por quem eu sou e não por quem minha mãe quer que eu seja ou o que a sociedade quer que eu seja.

O senhor parece muito positivo, Sr. Sixx.

Eu sou! Eu sou ridiculamente contagioso. Eu sou uma infecção pra qual você não precisa de injeção, pelo menos não no primeiro encontro.

26 de março de 2011

Motley Crue: Brad Pitt, Russel Brand, Aston Kutcher?

O escritor especializado em música pop do (jornal estadunidense) New York Times, NEIL STRAUSS, que junto com os membros do MÖTLEY CRÜE, escreveu uma notável biografia coletiva da banda chamada ‘The Dirt - Confessions of the World's Most Notorious Rock Band' (não lançada em português), foi perguntado em uma nova entrevista com o site MTV.com quais são as últimas em relação à adaptação cinematográfica de “The Dirt”. “Eu sei que estão procurando por alguns diretores pra ele,” ele respondeu. “Eu tenho que dizer, o roteiro é fabuloso. Eu realmente espero que eles façam isso. Eu acho que vai ser demais. Eu acho que eles estão apenas com medo porque obviamente vai ser um filme para maiores de 18 anos. Eu acho que eles estão preocupados que não façam dinheiro suficiente com o filme.”

Quando perguntado se ele tinha alguma idéia ou preferências pro elenco que os produtores possam escalar, Strauss respondeu, “Não, mas eu recebi um email do roteirista, Rich Wilkes, e ele me disse quem ele adoraria ver no filme. Eis quem ele vê (clique nos nomes para ver fotos dos atores):

Brad Pitt como David Lee Roth;

Jared Leto como Vince Neil;

Jack Black ou Phillip Seymour Hoffman como Ozzy Osbourne;

Robert Patrick ou Justin Timberlake como o primeiro empresário deles (um cara chamado Alan Kaufman);
(Alan Kaufman – o original, ao centro);

Sam Rockwell como Mick Mars:

Aston Kutcher ou Russel Brand como Tommy Lee.

Ele tem tudo pensado já. Isso seria fabuloso.”

Foi noticiado em 2008 que o MÖTLEY CRÜE estava tentando se livrar de um acordo com a MTV Filmes, uma divisão da Paramount Pictures, para fazer o filme de ‘The Dirt’

Uma parceria foi anunciada para a versão cinematográfica em 2006, mas não foi a lugar algum. O baixista Nikki Sixx disse à agência de notícias Reuters que “um canal que era legal e agora virou antiquado…eles não são o parceiro ideal.”

23 de março de 2011

Mötley Crüe: um compêndio de devassidão e falta de moral

Em 2001, o MÖTLEY CRÜE lançou a autobiografia "THE DIRT - Confessions of the World's Most Notorious Rock Band", ainda sem título em português, escrita com a colaboração do jornalista estadunidense Neil Strauss. O livro, um compêndio de devassidão e falta de moral, esclareceu vários pontos que até então, eram nebulosos para os fãs da banda, tanto sobre acontecimentos relacionados à banda em si, assim como à vida pessoal de seus membros. O que segue agora é uma compilação feita por esse mesmo autor dez anos atrás, e que obviamente, tornou-se um pouco desatualizada com o passar dos anos. O conteúdo abaixo é uma versão revisada e enxuta de um original publicado naquele mesmo ano no site HARD TIMES.

Baixarias com as groupies

A partir da turnê de "Shout At The Devil", quando o assédio feminino à banda explodiu, eles desenvolveram uma metodologia muito criteriosa pra escolher com quem iriam ter relações sexuais; algumas vezes, faziam uma garota tirar a roupa antes do show e agachar-se no gargalo duma garrafa de champanhe e diziam a ela que se ela estivesse lá até o fim do show, poderia transar com todos os membros da banda. Em outra ocasião, duas fãs estavam "na função" com os quatro da banda, quando Nikki teve a brilhante idéia de fazer uma delas falar ao fone com a própria mãe, só que com o fone (daqueles antigos, em forma de gancho) do telefone inserido no canal vaginal da outra. Inseriram metade do fone dentro dela, Nikki discou o numero e a mãe dela atendeu. A parte de cima, do receptor, apesar de estar dentro da amiga, se fazia audível. O diálogo foi algo do tipo: _ 'Mãe?' _ 'Sim?' _ 'Só queria dizer que está tudo bem, estou "na da" fulana, só estou ligando pra avisar...' _'Tudo bem, minha filha, te cuida, ok?'

Nikki & Brandi Brandt

Se conheceram logo antes da turnê de "Dr. Feelgood", e Nikki chegou perto várias vezes de ser infiel, mas se segurou. Ela não. Tiveram três filhos juntos, dois meninos e uma menina, o que não a impediu de traí-lo com um sujeito chamado Adonis. Ele foi o último a saber. Ela viajava para o Havaí pra encontrar o matador, à custa de Nikki, dizendo a ele que estaria com algumas amigas. Nikki mandou um detetive atrás, que tirou fotos. Ele foi até a casa do sujeito armado com uma .12 decidido a dar um tiro nas bolas do cara, mas achou que não valeria a pena. Divorciaram-se, e Nikki teve que pagar sete milhões de dólares a ela, além de enfrentar uma longa batalha judicial por custódia conjunta dos filhos, os quais ela não queria que vissem o pai. Hoje em dia, os três vivem com Nikki e sua atual esposa, Donna D' Errico, além do filho de Donna e Frankie Jean, filha dos dois. Atualmente, Brandi Brandt é - segundo as más línguas - escort - de luxo em Los Angeles e é noiva de um bilionário da indústria da informática.

Vince na Cadeia

Ele só passou um mês no xilindró, já que os advogados dele conseguiram convencer o juiz que, pra pagar a indenização de dois milhões de dólares às vítimas do acidente automobilístico que matou Razzle, ele precisaria continuar excursionando pra arrecadar o dinheiro. O ex-empresário da banda, Doc McGhee, diz que essa jogada pra livrar a cara dele é o maior arrependimento que ele tem na vida. Na cadeia, Vince passava o dia lavando os carros da policia, e certa vez, uma fã descobriu onde ele estava preso e foi até lá. O carcereiro de plantão permitu que ela entrasse na cela com Vince para uma "visita intima" o que praticamente não existe nos EUA. Vince sequer foi para uma penitenciária, ficou preso em uma delegacia, repartindo a cela com um ladrão de carros de luxo (hobby de Vince).

Tommy Lee & Heather Locklear


Logo após os dois começarem a sair juntos, Tommy mostrava fotos Polaroid dos dois engajados em atividade sexual para os outros membros (sem trocadilhos) da banda e os roadies. Segundo Tommy, apesar de Heather sempre interpretar mulheres devoradoras de homens na TV, na cama ela era muito conservadora e pouco ousada. Curiosamente, uma ex-noiva de Tommy, em idos de 85, vendeu Polaroids dos dois na mesma atividade para uma revista pornô, o que enlouqueceu ele e a família dele. Ela alegou que fez isso pra comprar as alianças de noivado.

Nikki Sixx & Demi Moore


Por duas vezes, Demi e Nikki estiveram perto de começar um romance. Em 1987, ela estava em crise com Bruce Willis quando ligou pra Nikki (que estava em tour na Europa) dizendo que estaria esperando por ele em Los Angeles no dia que ele chegasse aos EUA. Ocorreu que Nikki estava no auge de seu envolvimento com drogas, e pediu a seu traficante de confiança que o esperasse com heroína numa limusine no aeroporto, e não se deu conta do mundo até cerca de 72 horas depois, quando acordou num hospital. Em outra oportunidade, ela o seguiu ate Vancouver, onde eles estavam gravando 'Dr. Feelgood', e se ofereceu pra levá-lo ao hotel. Ele estava começando a namorar Brandi Brandt e recusou a carona.

Nikki Sixx e as Drogas

Nikki foi noivo de uma aeromoça por 18 meses, e foi ela quem o apresentou à heroína e à cocaína, o famoso SPEEDBALL. Durante esse 18 meses, os dois moravam juntos e Nikki gastava cerca de cinco mil dólares por dia em drogas. E ele não faliu.

Nikki Sixx e as Prostitutas

Todos os membros (sem trocadilhos) do grupo são muito simpáticos às "mulheres da vida". Certa vez, Doc McGhee acompanhou Nikki em uma viagem de Tókio até a Tailândia pra ter certeza de que ele não morreria na farra. Ao chegaram a Bangkok, Nikki contratou QUARENTA (eu disse QUARENTA) prostitutas e mandou que dez fossem ao quarto de Doc. Elas viram a porta entreaberta e não se fizeram de rogadas, entraram fazendo uma baita duma zona (sem trocadilhos). Detalhe: Doc estava conversando com sua esposa ao fone no exato momento e teve que explicar que sábado não é domingo quando retornou aos EUA.

Durante as gravações de "Motley Crue", de 1994, Snake e Scotti Hill do SKID ROW visitaram Nikki, Tommy e John Corabi no Canadá. Foram a um strip club local, encheram a lata de kamikazes, e perguntaram a John se ele já tinha transado com alguma profissional alguma vez na vida. Ante a negativa, saíram os cinco numa van e pegaram duas cortesãs na rua. Pagaram 200 dólares por hora pra cada, e foram pro hotel, onde começaram a fumar maconha e tomar Bourbon. Ao final de uma hora, elas disseram: acabou o tempo, precisam pagar mais 200 pra gente continuar aqui. Tommy deu um chilique, começou a quebrar garrafas, e antes que você pudesse dizer "Girl Don't Go Away Mad" não tinha nem cheiro de mulher no quarto. Segundo as palavras de Scotti Hill, o incidente pode ser resumido da seguinte maneira: "Nós, Skid Row e Motley Crue, os bad boys do rock, acabamos de pagar centenas de dólares pra conversar com duas putas. Nós somos patéticos."

A Saída de Vince

Em 1992, os arredores de Los Angeles estavam sofrendo uma enchente. O grupo todo estava em processo de composição do álbum que sucederia "Decade of Decadence". Vince estava atrasado, e eles começaram a telefonar pra casa dele, o sinal sempre ocupado. Daí resolveram mandar um fax pela outra linha. Três minutos depois, Vince liga: "O que foi?"

Nikki: "Como assim o que foi? Estamos aqui no estúdio, estamos te ligando faz uma cara e você não atende!"

Vince: "Eu sei, as linhas estão mudas por causa da enchente..."

Nikki: "Mentira, cara! Como é que o fax chegou ate você então? Aparece aqui logo!"

Vince chegou ao estúdio uma meia hora depois...

Nikki: "Cara, você precisa dar um jeito nisso tudo. Você não escreve nada, fica olhando pro relógio quando está aqui, porque precisa ir prum torneio de golfe, ou ir pra escola de automobilismo, ou precisa comer uma estrela pornô!"

Vince: "Eu não estou agüentando essas músicas novas! Esses teclados deixam a música parecendo coisa de fresco!"

Nikki: "Vince, nós usamos teclados desde 1983..."

Vince: "Se eu gostasse mais da música, eu ficaria mais tempo, teria mais interesse!"

Nikki: "E por que você não disse isso de cara? Pelo jeito nós vamos ter que arrumar outro vocalista..."

Vince: "Então foda-se! Eu estou fora! Foda-se! estou fora dessa banda!"

Após Vince sair, Nikki diz pro resto da banda: "Ele tá fora. Tá fora de vez..."

John Corabi & Personality #9

O álbum "Generation Swine" começou a ser gravado com John Corabi, e praticamente NADA foi composto depois que ele foi demitido, o que foi provado nos tribunais, forçando a banda a dar mais de 10% das vendas pra John. O clima entre os integrantes da banda era o pior possível, devido ao gênio fofoqueiro e manipulador de Scott Humpfrey, que estava produzindo o disco. As gravações ainda existem, e há possibilidade de serem lançadas um dia, o que envolveria muitos advogados, e provavelmente seria chamado de "Motley Crue Featuring John Corabi". O que era pra ser chamado "Personality #9" foi rebatizado "Generation Swine" após a readmissão de Vince na banda.

John Corabi recém-contratado

Logo após ser integrado à banda, John foi comunicado que BOB ROCK estaria em Los Angeles pra que conversassem sobre a pré- produção do próximo álbum. O encontro estava marcado pra 1:30 da tarde. John chega à casa de Tommy e bate na porta, ninguém atende, ele vasculha a propriedade até achar uma janela e deparar-se com Nikki e Tommy pálidos, com os narizes sangrando e seringas pelo chão. Logo após, chega Bob Rock, que, ao apreciar a cena, diz que o encontro está cancelado e que não trabalhará com a banda a menos que eles se desintoxiquem e voltem à sobriedade.

Vince & Marco Garibaldi

Vince atualmente tem uma produtora de entretenimento em sociedade com Marco Garibaldi, um fotógrafo brasileiro radicado nos EUA e que é esposo da viúva de Elvis Presley, Priscila Presley.

Nikki Adolescente

Aos 14 anos, Nikki não agüentava mais a mãe alcoólatra no pé dele, e resolveu tomar uma atitude: Esfaqueou-se no braço, chamou a polícia e disse que a mãe tinha feito aquilo. Perguntado pela policia, se queria dar queixa, disse à mãe que se ela nunca mais o incomodasse, ele não daria queixa. Ela, diante da possibilidade de encarar mais de 10 anos de cana, aceitou.

Nikki & o Capeta

Durante as gravações de "Shout At The Devil", que na verdade iria se chamar "Shout WITH the Devil", várias ocorrências sinistras ocorreram com Nikki, e foram testemunhadas por sua namorada de então, LITA FORD. Talheres voavam pela casa, se fincavam no teto de isopor, o motor do carro de Tommy explodiu durante o primeiro ensaio pro disco, e muita coisa se incendiava ou se perdia. Alguns roadies se recusaram a trabalhar com a banda durante aquele disco/turnê em virtude disso.

Tommy Lee & Honey

A mesma moça que vendeu Polaroids suas e de Tommy fazendo sexo, uma modelo alemã chamada Honey, era também uma forte representante diplomática dele. Nas festas da gravadora, numa mansão em LA, as pessoas entravam numa jacuzzi enorme, todo mundo sem roupa. Tommy mandava Honey fazer sexo oral nele por uma ou duas vezes e depois recomendava que ela fizesse a mesma coisa pros outros homens na banheira. O rodízio acontecia toda vez que a ocasião se fazia oportuna.

Preferências de Tommy

Tommy tem um fraco por mulheres que ejaculem fartamente. Sua primeira namorada séria tinha esse dom, e depois dela ele sempre procurou por outras capazes disso. Uma atriz pornô, DEBBIE DIAMOND, o apresentou a uma amiga que tinha tal habilidade, e os três costumavam sair juntos, e "degustavam" do liquido alternadamente.

Vince Comeu Pamela?


Comeu sim. Bem antes de ela conhecer Tommy, é verdade. Ele a viu no canal da Playboy dizendo que sonhava em casar com um rock star. Ele foi a uma festa na mansão da Playboy, onde ela estava e se apresentou. Os dois saíram dali, e ela pediu pra dirigir a Ferrari Testarossa branca de Vince. Bêbada e pouco acostumada a dirigir tal tipo de carro, ela arregaçou com dois outros carros e um poste, e foi presa por dirigir bêbada. Vince pagou a fiança dela, foram pra um hotel, onde finalmente colaram o sovaco no umbigo.

Vince também teve romances com Tori Spelling e Shannon Doherty, respectivamente, Donna e Brenda da série "Barrados no Baile". Segundo Vince, Shannon tem uma preferência forte por sexo anal.

Motley Crue x Iron Maiden

Certa vez, em turnê na Europa, Nikki estava no quarto do hotel, quando uma loira gostosona entra pela janela, e já vai arrancando a roupa e o agarrando. Ele, lógico, tira proveito da situação e procede como qualquer homem de sangue vermelho faria. Algumas horas depois, ele se encontra com o pessoal do Maiden, que estava fechando a tour, e toma um susto: a loira era ESPOSA de Bruce Dickinson. Agora vocês entendem os ataques aos milionários tatuados no disco solo de Bruce.

Falando em treta, Mick Mars odeia o KISS mais que qualquer outro grupo de músicos no planeta.

Pérolas da Sabedoria Popular

Segundo Nikki, homens de cabelo enrolado e mulheres estrábicas não servem pro rock e não merecem confiança. Ele abre exceções para Slash e Ian Hunter do MOTT THE HOOPLE.

"On With The Show" foi a primeira canção composta pela banda, apesar de "Nobody Know What It's Like to Be Lonely" ter sido a primeira gravada.

Nikki Gente Boa

Nikki, logo no começo da banda, tentou comer a mãe de Tommy, uma bela grega, ex-Miss Grécia. Ela, além de recusar, contou pro marido, um militar americano. Ele disse a Nikki: "Se você conseguir um beijo que seja, pode ficar com ela". O livro não esclarece se Tommy soube do incidente.

Briga de Axl com Vince

Em 1989, Vince liga pra esposa, Sharisse, pra saber como vão as coisas. ela esta chorando descontroladamente. ele pergunta o que está errado: _ "Ontem à noite, no Cathouse, Izzy estava me cantando!" _ "Izzy Stradlin?" _ "Sim... ele estava muito bêbado e puxou meu tomara que caia pra baixo, expondo meus seios." _ "Que filho da puta!" _ "Dai eu o chamei de cuzão e esbofeteei a cara dele... e... snif... ele me deu um chute de karatê no estômago! Eu desmaiei e está doendo até agora!" _ "Eu MATO esse FDP!"

Poucas semanas depois, Vince esperou Izzy sair de perto do palco, onde assistia à jam de Tom Petty e Axl Rose no MTV Awards, e logo que o viu, mandou um soco no fígado, que desarmou o guitarrista, e em seguida mandou dois cruzados no rosto dele. Com o sangue de Izzy nas mãos, ficou esperando que ele se levantasse, quando Axl veio berrando, gritando e apontou o dedo pra Vince: "Eu te mato!" Vince ficou parado, de punho em riste, esperando Axl fazer alguma coisa, mas Axl só aparou Izzy e disse: "Não mexe com ninguém da minha banda!"

Vince pensou que o incidente estava encerrado, mas Axl começou a lançar desafios pela MTV, pelas revistas, e mandando amigos transmitirem um horário pra encontrar Vince por várias vezes. Vince sempre ia e ele nunca aparecia. Cansado da situação, Vince foi até a MTV e disse: "Segunda-feira, na noite de boxe do Coliseu, basta o Axl aparecer, a gente luta três assaltos no ringue e daí vamos ver quem é o cuzão." Axl não apareceu, como todos sabem. E Vince afirma no livro que "a oferta ainda está de pé". Nikki diz, que, se fosse naquela época, Axl teria levado a pior.

Tommy & Bobbie Brown


O romance começou logo após o divórcio de Bobbie do pudim de cana do WARRANT, Jani Lane. Não seguiu em frente porque Bobbie é viciada em speed [mistura de cocaína e heroína], e ficava muito agressiva, o que propiciou vários embates físicos entre os dois, o que levou Tommy à cadeia certa vez, além dela roubar muita coisa dele pra consumir drogas. Segundo a atriz pornô Jenna Jameson, amiga de Bobbie, ela ainda quer Tommy de volta. Detalhe: Jenna deu pro Tommy também, mesmo sabendo disso. Jenna afirmava que não, pra não magoar a amiga, até que a esposa de Jenna (sim, esposa), Nikki Tyler, outra diva da sacanagem, confirmou tudo.

Briga de Pam & Tommy

Logo após o nascimento de Dylan, segundo filho do casal, a família estava em casa, em Malibu e Tommy resolveu cozinhar algo. Não encontrou a panela que precisava, e foi ficando nervoso, e dizendo pra Pamela que "a puta da empregada" tinha sumido com a PORRA da panela, etc. Ela disse pra ele ficar calmo, era apenas uma panela, e ele a mandava calar a boca, que ela era uma burra que não sabia de nada, e ela o mandava parar de falar palavrões na frente das crianças, etc. Apos um gritar muito com o outro, ela resolveu, ainda com Dylan nos braços, ligar pra mãe pra resolver o assunto.

Ele a mandava desligar o fone, que a mãe dela não tinha nada com isso, que o casamento era dos dois, que eles é que tinham que resolver, etc. Ela não obedeceu, até que ele arrancou o fone da parede e jogou longe. Ela o mandou parar de agir assim e mais uma vez pediu pra ele parar de xingar na frente das crianças. Ele disse a ela que ela era uma burra, e ela mandou um murro no meio das fuças dele. Ele a agarrou pelos braços e gritou: "WHAT THE FUCK IS WRONG WITH YOU?"

Ela se livrou e foi correndo pro quarto do filho mais velho, que estava gritando e chorando, e no momento que se virou pra correr, Tommy encheu a bota na bunda dela, e ainda a seguiu ate o quarto, de onde pegou o filho mais velho e o levou pra ver os sapos no quintal. Uns 20 minutos depois, ele escuta uma voz vinda de trás: "Mr. Lee, largue o garoto e ponha suas mãos para trás."

O resto vocês já sabem...

Durante sua sentença, Pamela ligava pra Tommy, fazia juras de amor, etc etc etc... até que Nikki o visitou e deu as más notícias: "Cara, a Pamela tá saindo com o ex dela, o tal Kelly Slater..."

A Volta de Vince

Tudo armação da Gravadora. NINGUÉM da banda queria Vince de volta, todos adoravam John e o novo rumo musical que a banda estava tomando. Sylvia Rhone, executiva da Elektra, conseguiu, a duras penas, armar um encontro entre a banda e Vince. Vince estava processando a banda e prometeu retirar a queixa se o encontro acontecesse, o que seria ótimo. Na entrada do prédio, proibiram Corabi de entrar, o que irritou Nikki. Ao entrar na sala, viram um Vince amarelo de problemas com o fígado, gordo, de camiseta regata e bronzeado do sol do Havaí. Após muitos xingamentos e troca de gentilezas, consideraram Vince voltar à banda e Corabi virar só guitarrista com Mick, mas a gravadora pressionou e disse que só promoveria o disco se Vince voltasse. Caso contrário, pagariam pela gravação, e o disco serviria como dedução de imposto de renda pra eles.

Negaram a volta de Vince para Corabi até a manhã do dia do anuncio oficial. Tommy ligou chorando pra contar, e dali em diante, a situação dele com o vocalista só pioraria. O resultado: "Generation Swine" vendeu metade do que o disco com Corabi vendeu, e "New Tattoo" vendeu a metade do que "Generation Swine" vendeu.

Everybody Hates Pam

Todos os integrantes do Crüe (hoje em dia até Tommy) odeiam Pamela Anderson. Nikki diz que ela é tão acostumada a ter homens morrendo mesmo pra dar "oi" pra ela que ela simplesmente não suporta que algum ser do sexo masculino a ignore, como ele fazia. Nikki dizia a Mick que "não a comeria nem com o pinto dele (Mick)". E mais: diz que ela parecia as quengas que Vince comia. E pensando bem, ela é uma das quengas que Vince comia.

Durante as gravações de "Generation Swine", ela entrava no estúdio toda sexta feira com garrafas de vodka e dizia: vamos tomar, encher a cara, hoje é sexta-feira e vocês vão ficar todos bêbados (algo de muito mau gosto, sabendo que Vince e Nikki são alcoólatras em recuperação). Seis meses depois, ela está na televisão dizendo: "Meu marido bebe demais!"

Cultura inútil

A casa onde Nikki reside atualmente com Donna tem uma piscina em forma de gato e consome 40 mil dólares por mês só de energia, água, aquecimento e empregados/seguranças. Nikki tem uma Ferrari Testarossa, uma BMW, um Cadillac 1957, uma Mini Van e três Harley-Davisons, além de uma dirt bike da Suzuki.

Treta com os caras do Bon Jovi

Doc McGhee, empresário da banda, foi indiciado por tráfico internacional de drogas e estava com o panorama muito sujo. Resolveu promover um concerto contra as drogas e o álcool em Moscou, o Moscow Peace Festival em 1989l. Disse a todos que, como só tinha figurão na lista, todo mundo tocaria pelo mesmo tempo e a ordem seria sorteada. O Bon Jovi tinha acabado de contratar Doc como empresário, e ele queria mostrar serviço. Arrumou pra que eles fossem o ultimo grupo a se apresentar (o que deixou até a banda preocupada, ninguém quer fechar pra OZZY OSBOURNE). Ele tinha arrumado com o governo soviético para autorizarem uma mega queima de fogos com a abertura do show da banda de Nova Jérsei. Na hora que o holofote aponta pra Jon Bon Jovi e os guardas russos fazem um corredor polonês pra que ele, vestido em farda de soldado soviético fosse ao palco, Tommy e Nikki voam até Doc e o intimam sobre o "sorteio". Ele nega haver jabá, mas não adianta: Tommy manda uma bomba no nariz dele, o levando ao chão, e Nikki o demite.

Motley Crue: confira todas as informações do show no Brasil

Com realização da TIME FOR FUN em parceria com Gabe Reed Productions, a única apresentação acontece dia 17 de maio no Credicard Hall, em São Paulo. Clientes Credicard, Citibank e Diners contam com pré-venda exclusiva entre 29 de março e 04 de abril. O público em geral poderá adquirir ingressos a partir de 05 de abril.

Realização:TIME FOR FUN

Local: Credicard Hall - Av. das Nações Unidas, 17.981 - Santo Amaro – SP

Central de Vendas Tickets For Fun: 4003-5588

Apresentação:Terça-feira, 17 de maio de 2011

Horário show: 21h30

Duração do show: aproximadamente 1h30

Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 14 anos; 14 e 15 anos: permitida a entrada acompanhado dos pais ou responsáveis legais; a partir de 16 anos: desacompanhados

Capacidade: 6.938 pessoasAbertura da casa: 1h30 antes do espetáculo.

PISTA R$ 170,00 (NORMAL) R$ 85,00 (½ ENTRADA)
PISTA PREMIUM R$ 320,00 (NORMAL) R$ 160,00 (½ ENTRADA)
CAMAROTES SETOR I R$ 350,00 (NORMAL) R$ 175,00 (½ ENTRADA)
CAMAROTES SETOR II R$ 300,00 (NORMAL) R$ 150,00 (½ ENTRADA)
PLATÉIA SUPERIOR I R$ 120,00 (NORMAL) R$ 60,00 (½ ENTRADA)
PLATÉIA SUPERIOR II R$ 100,00 (NORMAL) R$ 50,00 (½ ENTRADA)
PLATÉIA SUPERIOR SETOR III R$90,00 (NORMAL) R$ 45,00 (½ ENTRADA)

22 de março de 2011

Mötley Crüe: Tommy Lee em novo Reality Show

James Hibberd do site Inside TV afirma que TOMMY LEE está trabalhando em um novo Reality Show para o canal Syfy.

O baterista do MÖTLEY CRÜE está desenvolvendo ‘Culture Shock With Tommy Lee’, um programa itinerante investigativo para a rede de TV. Lee estrela a série sem roteiro enquanto ele tenta revelar vários rituais, símbolos, e outros mistérios de sociedades secretas. Lee irá cair em imersão na história de cada sociedade, encontrar com antigos membros e participar de duas cerimônias. “Esse é o primeiro programa do qual eu faço parte que vai chocar vocês e revelar coisas que irão explicar quase todas nossas perguntas,” diz Lee. “Eu estou muito animado com essa parceria com o Syfy nesse programa. Vai ser uma experiência fabulosa para todos os envolvidos.”

O programa de uma hora é produzido pela ITV Studios America, com Lee e Carl Stubner no papel de produtores executivos.

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