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14 de julho de 2012
Lynyrd Skynyrd: novo álbum em pré-venda
1. Edição Especial em CD (15 faixas)
2. Edição em Vinil
3. Download imediato do single "Last Of A Dyin' Breed" em MP3
4. Download do álbum antes do lançamento (17 de Agosto)
5. Camisa do Lynyrd Skynyrd
Todos esses itens irão custar apenas $49.99 e os itens serão enviados no dia 17 de agosto, quatro dias antes do lançamento oficial do álbum. Para comprar basta acessar esse link
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Fonte: Lynyrd Skynyrd: novo álbum em pré-venda
24 de abril de 2011
Live from Freedom Hall - Lynyrd Skynyrd
Por mais que a banda não venha se dedicando às novas composições, as apresentações do conjunto, sobretudo nos Estados Unidos, ainda levam públicos expressivos aos estádios ao redor daquele país. De qualquer modo, o show gravado nessa oportunidade ainda fazia parte da The Vicious Cycle Tour e contou com uma plateia de cerca de vinte mil pessoas no Freedom Hall, em Louisville (Kentucky). No palco, Johnny Van Zant (vocal), Gary Rossington, Mark Matejka e Rickey Medlocke (guitarras), Ean Evans (baixo), Billy Powell (teclado) e Michael Cartellone (bateria), juntamente com as cantoras de apoio Carol Chase e Dale Krantz-Rossington, mandaram um set curto, porém eficiente, de exatos oitenta minutos. No repertório, os sucessos que ajudaram a escrever a história do rock na década de setenta e nenhuma novidade.
Embora o LYNYRD SKYNYRD possua fôlego (e um repertório consistente) para gravar um disco duplo ao vivo a cada turnê, “Live from Freedom Hall” possui uma proposta relativamente diferente do ótimo “Lynyrd Skynyrd Lyve: The Vicious Cycle Tour” (2004), CD/DVD que celebrou os trinta anos de carreira da banda. O registro é mais ou menos uma homenagem a Ean Evans e Billy Powell, que morreram em 2009, poucos meses após a banda encerrar as sessões de estúdio de “God & Guns”. No entanto, o que fica para os fãs – acima de qualquer honraria – é um show excepcional e com os maiores clássicos do southern rock – além de músicas de destaque retiradas dos discos da era Johnny Van Zant. De certo modo, não há nenhuma ausência que pode ser sentida no set de “Live from Freedom Hall”.
Com as relativamente novas “Travelin’ Man” e “Workin’”, o LYNYRD SKYNYRD inicia o seu show com duas músicas que comprovam a eficiência do line-up da banda pós-acidente aéreo que vitimou o ex-cantor Ronnie Van Zant e o ex-guitarrista Steve Gaines em 1977. Embora possuam a mesma áurea dos clássicos “What’s Your Name” e “That Smell” (que vêm na sequência), a atual fase do grupo conseguiu dar uma leve repaginada no southern rock criado de modo pioneiro pelo conjunto mais de três décadas atrás. A execução impecável ainda de “Down South Junkin’” e “The Needle and the Spoon” – faixas praticamente esquecidas por boa parte do público acostumados apenas aos maiores sucessos da banda – servem como um prato cheio para os mais fanáticos por LYNYRD SKYNYRD.
Porém, certas músicas do grupo norte-americano são imbatíveis e incomparáveis, sobretudo em versões ao vivo. Não há como não se emocionar com a performance de “Simple Man” por exemplo. Como os maiores clássicos do rock, essa composição sobrevive à questão do tempo e pode ser apontada como uma das músicas mais atuais de nossa época. Outras faixas como “The Ballad of Curtis Loew” e “Gimme Back My Bullets” simplesmente dispensam maiores apresentações. Do mesmo modo, a (ótima) balada “Tueday’s Gone” e “Gimme Three Steps” (que inicia com um pequeno solo de bateria) são presenças garantidas em qualquer show do LYNYRD SKYNYRD e em “Live from Freedom Hall” não foi diferente.
Embora não conte com os violinos e os arranjos pomposos que contornaram o especial “Lynyrd Skynyrd Lyve: The Vicious Cycle Tour” (2004), o novo disco ao vivo da banda comprova a possibilidade de realizar uma apresentação impecável com um enfoque bem rock n’ roll. A única faixa retirada do ótimo “Vicious Cycle” (2003) – “Red White and Blue” – pode ser apontada como um dos hinos recentes do LYNYRD SKYNYRD, sobretudo após ela ser dedicada aos membros do exército americano que ainda lutam em países estrangeiros. Entretanto, “Call Me the Breeze” – e principalmente “Sweet Home Alabama” – encerram a primeira parte do show por cima e sem decepcionar nenhum dos vinte mil fãs presentes no Freedom Hall. Por fim, nada mais adequado para encerrar o show do que “Free Bird”, disparada a melhor música (e de maior expressão) de Gary Rossington & Cia. O épico de doze minutos é outra música que ainda emociona muitos fãs, ainda mais por ser uma homenagem mais do que merecida a Ronnie Van Zant em todos os shows.
A qualidade astronômica dos discos ao vivo do LYNYRD SKYNYRD simplesmente impossibilitam maiores comentários sobre a performance da banda. O repertório de “Live from Freedom Hall” pode ser considerado perfeito – mesmo que não conte com músicas interessantíssimas como “I Know Little” e “That’s How I Like It” – e não evidencia nenhum deslize técnico ou tático em cima do palco por parte do conjunto. O DVD que acompanha o CD (que saiu via Roadrunner Records nos Estados Unidos) é um bônus de luxo para quem ainda sonha em ver o LYNYRD SKYNYRD ao vivo no Brasil (e torce para que os boatos sobre a vinda da banda ao nosso país se concretizem ainda em 2011). Por outro lado, uma lástima que “Live from Freedom Hall” só chegue ao mercado brasileiro via versão importada caríssima (R$ 164,90 em média). Nos Estados Unidos sai por apenas dezoito dólares (em média).
Track-list:
01. Travelin’ Man
02. Workin’
03. What’s Your Name
04. That Smell
05. Simple Man
06. Down South Jukin’
07. The Needle and the Spoon
08. The Ballad of Curtis Loew
09. Gimme Back My Bullets
10. Tueday’s Gone
11. Red White and Blue
12. Gimme Three Steps
13. Call Me the Breeze
14. Sweet Home Alabama
15. Free Bird
8 de dezembro de 2010
Lynyrd Skynyrd: a história de "Sweet Home Alabama"
Em um ensaio da banda, logo depois do baixista Ed King ter mudado para a guitarra, King ouviu o colega guitarrista Gary Rossington tocando um riff de guitarra que o inspirou (na verdade, esse riff pode ser ouvido na versão final da música e é tocado durante o verso, em contrapartida a principal progressão de acordes D-C+9-G). Em entrevistas, Ed King disse que, durante a noite seguinte ao ensaio, a música e os dois principais solos de guitarra surgiram para ele em um sonho, nota por nota. King, então, introduziu a música para a banda no dia seguinte. Também foi escrita nessa sessão de ensaios a música que segue “Sweet Home Alabama”, no álbum "Second Helping", “I Need You”.Uma versão ao vivo dessa faixa, na coletânea “Collectybles”, situa a composição da canção durante o final do verão de 1973, e conforme a gravação ao vivo disponível na data de 30 de outubro de 1973.A faixa foi gravada no Studio One, em Doraville, Georgia, apenas com Ed King, o baixista Wilkenson e o baterista Burns, que fizeram o acompanhamento básico da pré-gravação. Ed King usou um amplificador Marshall pertencente a Allen Collins. A guitarra usada na faixa foi uma Fender Stratocaster de 1972. Porém, King disse que a guitarra era um modelo bem fraco e tinha um captador ruim, o que o forçou a colocar o volume no máximo para conseguir um volume decente dela. Essa guitarra, agora, está exposta no Rock and Roll Hall of Fame Museum, em Cleveland, Ohio.O famoso “Turn it up” (algo como aumenta isso), dito por Ronnie Van Zant no início da canção, não deveria aparecer na gravação. Van Zant estava apenas pedindo ao produtor Al Kooper e ao engenheiro Rodney Mills para aumentarem o volume dos seus fones de ouvido, para que ele pudesse ouvir melhor a faixa.Existe um vocal semi-oculto no segundo verso depois de “Well, I heard Mr. Young sing about her”. No canal esquerdo, você pode ouvir a frase “Southern Man” sendo cantada suavemente (aproximadamente no 0:55). Isso era o produtor Al Kooper imitando a impressão de Neil Young, e foi apenas mais um incidente dos membros da banda bagunçando no estúdio, enquanto estavam gravando. De acordo com Leon Wilkeson, foi ideia de Kooper levar isso adiante e adicionar esse eco de “Southern Man” logo depois das linhas de Van Zant, em “better... keep your head”; “Don’t forget what your/good book says” e por aí vai. Mas Ronnie insistiu para que Kooper retirasse isso, pois não queriam plagiar ou chatear Neil Young. Kooper deixou, então, essa parte quase inaudível no canal esquerdo.Logo após os dois “woos” (o primeiro de Leon, o segundo de Ed), no início do solo de piano (aproximadamente no 4:08), Van Zant pode ser ouvido improvisando “My, Montgomery’s (palavra intelegível) but it’s got the answer.” O “my” duplicado foi produzido por Kooper, desligando uma das duas tomadas vocais. Para o filme de 1976 do Lynyrd, “Free Bird”, essa linha final foi alterada para "Mr. (Jimmy) Carter got the answer", em alusão à eleição presidencial de 1976.A contagem ouvida no início da faixa é falada por Ed King. A contagem no começo de cada faixa inicial de álbum é uma espécie de assinatura que o produtor Kooper normalmente colocava nos álbuns que fazia.
"Sweet Home Alabama" foi um sucesso de marca maior para a banda, cujos singles anteriores “preguiçosamente apareciam por aí, sem nenhuma objetividade.” Essa música levou-os a receber dois convites para aparecer em programas de rock na TV, porém ambos foram recusados. Além da aparição original no álbum "Second Helping", a canção consta em numerosas coletâneas e álbuns ao vivo.Nenhum dos três compositores da música é originário do Alabama. Ronnie Van Zant e Gary Rossington nasceram em Jacksonville, Flórida. E Ed King em Glendale, Califórnia.Controvérsia"Sweet Home Alabama" foi escrita como uma resposta a duas músicas, “Southern Man” e “Alabama”, de Neil Young, que falavam de temas como racismo e escravidão no Sul dos Estados Unidos. “Nós pensávamos que Neil estivesse atirando em todos os patos para matar um ou dois,” disse Ronnie Van Zant naquela época. A resposta musical de Van Zant, porém, também foi controversa, com referências ao governador do Alabama, Goerge Wallace (um notório apoiador da segregação) e ao escândalo Watergate:In Birmingham, they love the governor (boo boo boo)
Now we all did what we could do
Now Watergate does not bother me
Does your conscience bother you?
Tell me the truth“Em Birmingham, eles amam o governador (boo boo boo)
Agora todos fizemos o que podemos fazer
Agora Watergate não me incomoda mais
A sua consciência lhe incomoda?
Diga-me a verdade”Em 1975, Van Zant disse: “A letra sobre o governador do Alabama foi mal entendida. O público em geral não percebeu as palavras ‘Boo! Boo! Boo!’, depois dessa linha em particular, e a mídia pegou apenas a referência do povo amando o governador.” “A linha ‘We all did what we could do’ é, de certa forma, ambígua,”. Kooper avisa: “’Nós tentamos colocar Wallace pra fora’ é como eu sempre interpretei a letra. O jornalista Al Swenson argumenta que a canção é mais complexa do que geralmente pensam, sugerindo que simplesmente parece um apoio à Wallace. “Wallace e eu temos muito pouco em comum,” disse o próprio Van Zant, “Eu não gosto do que ele diz sobre as pessoas de cor.”A linha final da canção indica que pode ser contra a discriminação racial: “Montgomery’s (palavra inteligível), mas isso teve resposta.”. Essa é uma referência ao boicote aos ônibus da Montgomery, que levou a Suprema Corte a declarar as leis de segregação racial, em ônibus no Alabama, de inconstitucionais.Em 1976, Van Zant e a banda apoiaram Jimmy Carter em sua candidatura presidencial, incluindo levantar fundos e aparecendo no show beneficente no Gator Bowl."Muscle Shoals"Um verso da canção inclui a linha “Now Muscle Shoals has got the Swampers/And they've been known to pick a song or two." Isso se refere à cidade de Muscle Shoals, Alabama, um lugar popular por gravações de música devido ao “som” produzido pelos estúdios locais e seus músicos de estúdio. “The Swampers”, se refere aos “Muscle Shoals Rhythm Section”. Esses músicos, que criaram o “Muscle Shoals Sound”, entraram para o Hall of Fame dos músicos do Alabama em 1995, premiados com o “LifeWork Award for Non-Performing Achievement” e para o Musician’s Hall of Fame em 2008 (os indicados foram os quatro membros fundadores dos Swampers - Barry Beckett, Roger Hawkins, David Hood, Jimmy Johnson — mais Pete Carr, Clayton Ivey, Randy McCormack, Will McFarlane, and Spooner Oldham). O apelido, “The Swampers” (algo como “Os Pantaneiros”), foi dado ao grupo pelo cantor/compositor Leon Russell.Parte da referência vem da fita demo de 1971-1972 que o LYNYRD SKYNYRD gravou em Muscle Shoals com Johnson como produtor e engenheiro de som. Johnson ajudou a refinar muitas músicas ouvidas primeiramente no álbum “Pronounced” e foi o reconhecimento de Van Zant, por toda ajuda de Johnson, no início da carreira da banda.LYNYRD SKYNYRD permanece ligada à Muscle Shoals, tendo gravado alguns trabalhos na cidade, além de ser parada obrigatória durante todas suas turnês.
15 de novembro de 2010
Lynyrd Skynyrd: "uma honra continuar com a Skynyrd Nation"
Em entrevista para o site da Roadrunner, Johnny Van Zant comenta o lançamento do DVD ao Vivo "Live From Freedom Hall", Turnês, e a perda de do tecladista Billy Powell e do baixista Ean Evans. Veja abaixo um trecho:
Tendo acabado de lançar "Live From Freedom Hall" enquanto vocês saem em uma turnê no verão, o que os fãs podem esperar para ver no DVD que não irão ver nessa turnê e vice-versa?
Johnny: Bem, este DVD eu acho [que foi] um grande show; nós, na verdade, estávamos na Turnê Rowdy Frynds com Hank Jr. e eu creio que foi gravado em Lexington, Kentucky e foi uma grande noite para nós. Se você vier nos ver agora, você irá ouvir um monte de músicas novas do God and Guns! E você sabe que este ano em particular, nós iremos embaralhar o set um pouco e as pessoas estão indo para serem surpreendidas...
Você pode explicar como é ainda tocar nos Skynyrds depois de todos estes anos, e como a reação do público muda de lugar para lugar?
Johnny: Isso é o que torna as coisas bastante interessantes. As pessoas perguntam “Ei, você não se enjoa de tocar 'Freebird' e 'Sweet Home Alabama'?” E eu digo “não”. A maioria das bandas daria o braço direito para ter apenas uma música como essa e para nós cada noite é um lugar diferente. O público é diferente a cada noite. Algumas noites eles são tão malucos quanto se pode ser e outras noites eles não são tão malucos, mas mais noites de loucura num show do Skynyrd – esse é o modo que gostamos. Só passar um momento bom. Para nós é uma honra, um prazer, ainda fazer isso e continuar a Skynyrd Nation.
E por continuar a Skynyrd Nation através de tantas perdas, não se torna difícil de se continuar?
Johnny: Nós temos vivido por várias tragédias, mas Rock 'n' Roll tem suas tragédias. Somos uma grande família, vamos colocar desta forma, e membros da família vem e vão e todos nós teremos que pegar esta viagem algum dia. Agora cabe a nós que ainda estamos aqui trabalhar duro e fazer tudo que podemos para continuar o que eles começaram. Quanto a mim, eu sempre vi meu irmão como um Quarterback e eu sendo o receptor e nós estávamos sempre tentando atingir aquele Touchdown.
20 de outubro de 2010
20/10/1977: Membros do Lynyrd Skynyrd morrem em acidente aéreo
17 de outubro de 2010
Lynyrd Skynyrd: a história da espetacular "Simple Man"
Quando falamos em LYNYRD SKYNYRD, certamente surge em sua cabeça a antológica "Sweet Home Alabama". Certo?
Pois é... Não esqueçamos que essa grande banda sulista americana fez muito mais do que isso em sua valorosa carreira. Clássicos como a fantástica "Free Bird", "Call Me The Breeze", "Saturday Night Special", e a incrível balada "Tuesday`s Gone", regravada pelo Metallica, saíram do mesmo forno.
Entretanto, outra música dos caras merece um destaque maior ainda. Ela é, para mim, uma das maiores canções/composições da história do rock`n roll.
A estupenda "SIMPLE MAN" foi composta pelo então vocalista do LYNYRD, Ronnie Van Zant, e pelo guitarrista Gary Rossington há quase 37 anos. A música era a última do lado A do primeiro álbum da banda, cuja gravação finalizou em 30/04/1973. Felizmente para todos nós, amantes do rock, o LYNYRD conseguiu gravá-la antes do acidente aéreo que vitimou três dos membros da banda, entre eles Ronnie, e o legado da canção acabou se perpetuando.
A composição surgiu após a morte da avó de Ronnie. Em um dia qualquer, ele e Gary estavam no apartamento do vocalista e começaram a contar algumas histórias sobre ela. A partir disso, o guitarrista começou a dedilhar algumas notas e ambos puseram-se a montar uma letra sobre as recomendações das mulheres importantes de suas vidas, em especial mães e avós.
A letra foi composta em apenas uma hora e é especialmente tocante, apesar de sua simplicidade. Trata dos ensinamentos de uma mãe para o seu filho sobre as coisas mais importantes da vida: a fé, o amor, a humildade e o desapego material.
A tradução da letra é mais ou menos a seguinte:
“Mamãe me disse quando eu era jovem; Sente-se ao meu lado, meu único filho; E ouça atentamente o que eu disser; Se você fizer isso, poderá ajudá-lo em algum dia ensolarado.
Relaxe, não viva tão rápido; Problemas surgirão e irão passar; Vá encontrar uma mulher e você vai encontrar o amor; E não se esqueça, filho, que há alguém lá em cima.
E seja um homem simples; Seja algo que você ame e entenda; (...); Você não vai fazer isso por mim filho, se você puder?
Esqueça sua cobiça pelo ouro do homem rico; Tudo que você precisa está na sua alma; E você pode fazer isso se tentar; Tudo que eu quero para você meu filho, é a sua satisfação.
Rapaz, não se preocupe ... Você vai encontrar a si mesmo; Siga seu coração e mais nada; E você pode fazer isso se tentar; Tudo que eu quero para você meu filho, é a sua satisfação.”
Atualmente, o LYNYRD segue se apresentando mundo afora, com Johnny Van Zant, irmão de Ronnie, nos vocais. Comumente ele diz à platéia, quando a banda vai tocar essa música, “para que pensemos e lembremos os roqueiros que estão no céu”. Um minuto de silêncio a todos eles por respeito e depois a música no volume máximo por agradecimento.


