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9 de setembro de 2012
Accept: banda alemã lança vinho Wolfsblut
Inicialmente, o Wolfsblut vai ser vendido nos Estados Unidos. Entretanto, a banda já tem projeto para lançá-lo na Itália. O vinho americano é produzido na Napa Valley, na Califórnia. Já o vinho italiano será feito em Poggio Trevvalle, em Maremma, na Toscana.
O Accept exigiu produto de qualidade, pois não quer apenas vender um souvenir para fãs. Dessa forma, o Wolfsblut deve agradar até aos mais exigentes apreciadores de vinho.
Toda a concepção gráfica desse projeto é assinada pelo designer brasileiro Julio Marinho, que também é o responsável pelo design do site do Accept. Julio criou a imagem do lobo que ilustra todo o material, desenhou o rótulo e a embalagem, e, também, trabalhou nos anúncio e nas demais peças de divulgação.
21 de julho de 2011
Accept: tracklist de show gravado para DVD
Após a ótima recepção de seu último álbum, "Blood of the Nations" (2010), o ACCEPT filmou a sua participação no festival "Bang Your Head", que aconteceu no último dia 15 de julho na cidade alemã de Balingen. Ainda não há data prevista para lançamento.
Confira o tracklist do show gravado.
1. Teutonic Terror
2. Bucket Full of Hate
3. Starlight
4. Breaker
5. New World Comin'
6. Restless And Wild
7. Son Of A Bitch
8. Metal Heart
9. Neon Nights
10. Bulletproof
11. Losers And Winners
12. Aiming High
13. Princess Of The Dawn
14. Up To The Limit
15. No Shelter
16. Fast As A Shark
17. Pandemic
18. Balls To The Wall
21 de maio de 2011
Accept (Carioca Club, São Paulo, 15/05/11)
Agora faltava ver todo esse poderio sonoro ao vivo, pela primeira vez no Brasil, em um show único, em São Paulo, no Carioca Club. A banda se apresentaria, infelizmente, sem o guitarrista Herman Frank, já que em um show em Houston, Texas, ele quebrou quatro costelas e teve um pulmão perfurado, em um acidente no palco. E não haveria substituto para ele, então Wolf Hoffmann seria o único guitarrista. Mas, como diria Mark Tornillo, em certa parte do espetáculo, quando narrou o que acontecera com o guitarrista, “The Show Must Go On!”.
O público compareceu em peso ao Carioca Club, esgotando os ingressos, e todos estavam visivelmente muito ansiosos para a entrada da banda, que se atrasou mais de trinta minutos, dentro do horário que era previsto para o evento, às oito horas da noite. Porém, quando eles entraram no palco, arrebentando com “Teutonic Terror”, música do álbum mais recente da banda, deixando a todos extasiados e empolgados, esse atraso foi esquecido e ficou óbvio que se veria um grande espetáculo desses músicos alemães. Em seguida, mais uma música do último e aclamado álbum, “Bucket Full Of Hate”, provou que realmente as novas músicas são muito vigorosas e que a banda reproduz a sua música ao vivo com muita garra e energia.
Em relação ao desempenho dos músicos não há o que se falar de negativo, apesar de apenas Wolf Hoffmann estar tocando a guitarra nesse show, ele o fez com maestria, como já era, de fato, esperado e, além de tudo, provou ter uma ótima presença de palco, sorrindo em vários momentos e vibrando junto com o público. Mark Tornillo se mostrou um grande e poderoso vocalista ao vivo, bem confortável em uma posição bem difícil de se ocupar, cantando muito bem, inclusive, as canções mais clássicas. O restante da banda, o baterista Stefan Schwarzmann e o baixista Peter Baltes, tiveram um grande desempenho também. Inclusive houve um ótimo e divertido “duelo” de baixoXguitarra na música "Bulletproof”, do álbum “Objection Overruled”, no qual os dois músicos não só mostraram a técnica que possuem nos seus respectivos instrumentos, mas também a felicidade que estavam em tocar pela primeira vez para o empolgado e famoso público brasileiro.
O que se viu em cima daquele palco, desde o início até o final, foi um show de peso, energia e garra, uma verdadeira aula de Heavy Metal, sem dúvida nenhuma. A importância do Accept para o Heavy Metal não é contestada por ninguém que conheça pelo menos um pouco o gênero, mesmo assim, vê-los ao vivo apenas reforça isso.
O set-list foi muito bem escolhido, contando com grandes clássicos intercalados com as novas músicas, que em momento algum ficaram ofuscadas em relação às mais antigas. Clássicos como “Starlight”, “Breaker”, “Restless And Wild”, “Metal Heart”, “Princess Of The Dawn” e “Neon Nights”, apenas para citar alguns, casaram muito bem com as novas músicas, como as já citadas, “Teutonic Terror” e “Bucket Full Of Hate”, assim como “New World Comin’”, “No Shelter” e “Pandemic”. O público agitou a todo o momento e até no encore, com a clássica “Fast As A Shark”, a nova “Pandemic” e a clássica extrema “Balls To The Wall”, não se via nada além dessa agitação toda, ainda mais intensa e forte. Não houve, pelo menos na opinião deste que vos escreve, um momento “morno” no show, já que o desempenho da banda não deixou isso acontecer. É claro que, por melhor que o set-list tenha sido, sempre, para quase todos os fãs, falta uma música ou outra. Mas isso faz parte de qualquer show, ainda mais de uma banda com uma discografia tão vasta como o Accept, repleto de belas e clássicas músicas.
A sensação que pôde ser vista no final do show, tanto por parte do público, como pela própria banda, foi a de satisfação total. A banda, certamente, ficou impressionada com a animação e empolgação do público, que manteve a animação no show todo. E o público pareceu sair do Carioca Club muito orgulhoso do desempenho, da garra, da empolgação e do amor que a banda mostrou em cima do palco. Penso que em relação a isso não há dúvidas. Para uns o show pode ter sido perfeito, para outros perto disso ou nem tanto, mas, nesse aspecto, penso que todos concordarão que o que não faltou para o Accept, em cima daquele palco, foi amor e dedicação para com a sua arte e para com os seus fãs. Os fãs agradecem e certamente aguardam a produção de outro grande álbum e outro show com grande ansiedade. E que não demore tanto dessa vez!
Banda:
Mark Tornillo - vocal
Wolf Hoffmann - guitarra
Peter Baltes - baixo
Stefan Schwarzmann - bateria
Set-List:
Teutonic Terror
Bucket Full of Hate
Starlight
Breaker
New World Comin'
Restless and Wild
Monsterman
Metal Heart
Amamos La Vida
Neon Nights
Bulletproof
Losers and Winners
Aiming High
Princess of the Dawn
Up to the Limit
No Shelter
Encore:
Fast as a Shark
Pandemic
Balls to the Wall
19 de maio de 2011
Accept: resenha de show em São Paulo no Minuto HM
A expectativa era enorme. Afinal, na semana passada já havia assistido ao excelente show do UDO (ex-vocalista do Accept) que fora recheado de clássicos de sua antiga banda. Além disso, o álbum atual do Accept, chamado Blood of the Nations, foi considerado um dos melhores de 2010 pela mídia especializada e o show traria, além dos velhos clássicos, muito material do novo álbum. Somado a tudo isso ainda o fato do novo vocalista, Mark Tornillo (ex TT Quick) ter se encaixado perfeitamente na banda.
Imaginando que o show começaria às 19:00hs (depois pude constatar que o mesmo estava programado para iniciar as 20:00hs), cheguei aos arredores do Carioca Club por volta das 17:30hs e já pude perceber que o show estaria lotado devido a quantidade de pessoas que se aglomerava no bar ao lado do Carioca e nos botecos vizinhos, além é claro da fila que já estava bem extensa.
Por volta das 20:00hs entrei no Carioca Club e percebi o que já imaginava… o local estava lotado e a impressão que tive é que não caberia mais ninguém ali, mesmo sabendo que muitas pessoas ainda entrariam na casa. Para minha sorte (e devido à minha péssima memória) havia comprado camarote e descobrir aquilo pouco antes de entrar foi uma sensação ótima.
2 de maio de 2011
Accept: guitarrista não cansou de maior clássico
Em entrevista ao Bravewords, o guitarrista Wolf Hoffmann falou que não está cansado de tocar “Balls To The Wall”, mesmo após tantos anos.
“Não sinto como se ela fosse um fardo. Sim, é nossa música mais conhecida, mas temos outras, como ‘Fast As A Shark’, ‘Restless & Wild’ e ‘Princess Of The Dawn’. Elas são muito conhecidas entre os verdadeiros fãs de metal. Não sinto que sejamos uma daquelas bandas one-hit Wonder, que nunca mais fizeram nada”.
23 de abril de 2011
Accept: volta ao estúdio no segundo semestre
O baixista Peter Baltes revelou ao Bravewords.com que o Accept já tem destino assim que a atual turnê acabar: o estúdio, para gravar um novo álbum.
“Já estamos compondo e Andy Sneap está confirmado novamente como produtor. Vamos excursionar até o meio de julho, depois paramos. Entre setembro e outubro, devemos entrar em estúdio. Esperamos lançar no início do ano que vem”.
14 de abril de 2011
Accept: banda edita clipe com filmagens dos fãs
Para celebrar um ano de sua volta, o Accept lançou um novo clipe para a faixa “Teutonic Terror”, do álbum Blood Of The Nations, dessa vez em versão ao vivo. A novidade é que ele foi editado a partir de mais de cem filmagens feitas por fãs em shows do grupo.
“Agora todo mundo tem uma câmera e pode filmar as apresentações. Antigamente era difícil fazer um bootleg, agora todo mundo faz. Cinco minutos depois do show, já está no Youtube. Pensamos que esse seria um jeito divertido de fazer as coisas, abraçar a idéia ao invés de enfrentá-la. Em 1985 fizemos um ao vivo no Japão, chamado Kaizoku-Ban, que é quase um bootleg. Acho que essa é a nossa resposta de 2011. Tem sido uma incrível jornada e está longe de acabar”, declarou o guitarrista Wolf Hoffmann.
19 de outubro de 2010
Accept: show ao vivo grátis pela web neste dia 19
20 de setembro de 2010
Accept: "reunião foi como ela deveria ser", diz guitarrista
Ruben Mosqueda, da Sleaze Roxx, recentemente fez uma entrevista com o guitarrista Wolf Hoffmann, da lenda do Metal reformada ACCEPT. Alguns trechos seguem abaixo.
Sleaze Roxx: Vocês se reuniram com Udo Dirkschneider de 2004 a 2005, e tiveram uma sequência de aparições de sucesso em vários festivais europeus. Qual é a verdade por trás de Udo não estar envolvido com a banda agora? Ele não quer mais fazer músicas com o ACCEPT?
Wolf Hoffmann: Não, ele não quer; é justamente este o motivo pelo qual não deu certo. Ele não queria se envolver. Basicamente, ele deu um pouco de seu tempo para fazer os shows que você mencionou, e depois quis voltar para seu próprio trabalho. No fim, tínhamos que lidar com isso, pois ele tem sido um artista solo por mais de vinte anos. Sempre soubemos que o ACCEPT tinha um nome forte, então achamos que ele queria continuar trabalhando conosco. Pensamos que tendo todos os músicos originais na banda que isso seria suficiente para incentivá-lo a trabalhar conosco. Ele só não quis fazer isso. Todas as resenhas para as apresentações que fizemos foram favoráveis. Se você tem os fãs e crítica concordando que você ainda tem o que oferecer, é estranho que ele não quisesse ser parte disso. Não poderíamos forçá-lo.
Sleaze Roxx: Podem me chamar de louco, mas haviam algumas boas músicas no disco "Eat The Heat", de 1989. Gostei da voz de David Reece naquele CD, mas obviamente é consenso que a maioria dos fãs foi muito crítica em relação às músicas e à escolha do vocalista. Olhando para trás, você diria que vocês insistiram com David como vocalista efetivo da banda o suficiente?
Wolf Hoffmann: Bem, a idéia era levar as coisas até onde fosse possível. Sendo honesto, a coisa estava fadada ao fracasso desde o início. Era algo com o que estávamos tão envolvidos que, uma vez que a coisa ia mal, não conseguíamos dar fim a ela... Era tarde demais. Fomos longe demais para voltar. Percebemos que nesse processo, que nossas personalidades e a de David combinavam, mas ainda assim fomos em frente. Eu tinha esperança que as músicas fossem fortes o suficiente para funcionar, mas elas simplesmente não foram. Era uma época diferente — mais de vinte anos atrás, e as coisas era difíceis então.
30 de junho de 2010
Metal Heart - Accept
Formado em Solingen, Alemanha, em 1968, o Accept se tornou uma das mais respeitadas bandas de Metal do mundo misturando elementos de speed, thrash e pitadas de música clássica, num Heavy Metal ao mesmo tempo extremamente agressivo e enérgico.
Em sua fase inicial a banda atendia pelo nome de Band X e era capitaneada pelo igualável Udo Dirkschneider e passou por diversas mudanças até alcançar a formação hoje considerada clássica em seu segundo álbum, "I’m A Rebel" (1980), mais de dez anos depois de sua criação. "Metal Heart" é o seu sexto álbum um dos melhores na discografia da banda, compodo a sagrada trilogia junto com "Restless and Wild" (1982) e o clássico "Balls To The Wall" (1983).O conceito e a capa de Metal Heart surgiram de uma matéria que a banda leu em uma revista que dizia que os corações humanos seriam substituídos por máquinas computadorizadas no futuro.A faixa-título abre o play de forma grandiosa. O guitarrista Wolf Hoffman possui formação clássica e deixou essa influência bem clara em "Metal Heart", que possui trechos de duas peças famosas: a "Marcha Eslava" de Tchaikovsky e "Für Elise" de Beethoven, que aparece de forma extraordinária no solo, tornando-o instantaneamente reconhecível. A faixa seguinte, "Midnight Mover", fala sobre um traficante e mostra as características essenciais da banda: riffs marcantes, cozinha no ritmo certo, refrões grudentos com coro e a interpretação maliciosa e agressiva de Udo. A música também teve um clipe que consta no excelente DVD "Metal Blast From The Past" (2002). Em "Up To The Limit" a banda dá um show de simplicidade à la AC/DC, criando uma composição cheia de feeling sem ser extremamente pesada ou veloz. Em seguida, "Wrong Is Right" acelera as coisas, com um berro de Udo na introdução, destaque para a bateria de Stefan Kaufmann, que segue direta e dá um show de punch no bridge. "Screaming For a Love-Bite" é mais um hino, é impossível não ficar com ela na cabeça desde a primeira audição! A introdução de "Too High To Get It Right" é uma composição perfeita para banguear e parece ter saído direto de um álbum do AC/DC, aliás, considero o Accept o AC/DC do Heavy Metal, até mesmo porque os estilos vocais de Udo e Brian Johnson são similares (os patos Donald do Heavy Rock!). O solo da música também nos trás à lembrança o grande Angus Young, mostrando energi
a, feeling e um espírito rock ‘n roll incomum de se ver. No refrão os coros tomam conta, o que nos faz lembrar que a banda foi uma grande influência para os suecos do Hammerfall, que até fizeram cover da música "Head Over Heels" do "Balls To The Wall". "Dogs On Leads" retoma a atmosfera sombria da primeira faixa, mantendo nível do álbum lá em cima. "Teach Us To Survive" destoa um pouco do play e apesar de possuir qualidades traz um certo experimentalismo que me desagrada pessoalmente. "Living For Tonite" é uma música que marca desde o primeiro riff, é simplesmente um clássico! Por fim, "Bound To Fail" retoma o clima magistral de "Metal Heart". A composição começa com um belo solo com toques clássicos e passa a um riff enérgico e mais uma ótima interpretação de Udo, passa por excelente linhas de guitarra no bridge e emenda em um ótimo refrão para terminar com o mesmo solo do começo, mais um coral épico que encerra o álbum com maestria.
A turnê do álbum rendeu ao Accept dois dos três registros oficiais ao vivo, o EP "Kaizoku-Ban" (1985) e o álbum "Staying A Life" (1990), que foram gravados durante sua passagem pelo Japão.
Sem dúvida uma obra-prima da melhor fase de uma das maiores bandas de Heavy Metal. Essencial!
1. Metal Heart
2. Midnight Mover
3. Up To The Limit
4. Wrong Is Right
5. Screaming For a Love-Bite
6. Too High To Get It Right
7. Dogs On Leads
8. Teach Us To Survive
9. Living For Tonite
10. Bound To Fail
Udo Dirkschneider: Vocals
Wolf Hoffmann: Guitaras, Cítara Elétrica, Backing Vocals
Jörg Fischer: Guitarras, Backing Vocals
Peter Baltes: Baixo, Teclado, Backing Vocals
Stefan Kaufmann: Bateria


