Acaba de ser veiculada no Youtube a edição #37 do Programa MoitaRock
(www.moitarock.com). Desta vez, o programa contou com a participação do
vocalista do MATANZA Jimmy London. O “gigante irlandês”, como era
apelidado na época de RockGol MTV, contou sobre o próximo passo da banda
e sobre a putaria que os brasileiros tem que engolir em um país onde a
política é uma piada. Confira trechos abaixo.
Sobre o ex-guitarrista Donida, Jimmy brinca:
“O
Donida continua na banda. A gente sempre fala que o MATANZA é uma banda
de cinco pessoas. Ele ainda compõe, grava em estúdio e faz as capas.
Óbvio que fica um pouco difícil levar ele pro estúdio porque tem toda
uma logística... Tem o cara que dirige a ambulância do hospício, tem o
cara que tira a camisa de força e tudo mais. Aí a gente deixa ele
trancado lá compondo. E claro que um maluco trancado fica cada vez mais
psicopata e vai escrevendo cada vez mais merda. Atualmente a gente trata
ele com muito amor, carinho e pizza, que é o que passa por debaixo da
porta.”
Sobre o futuro da banda:
“A gente tá com umas
idéias meio malucas aí de pegar umas músicas muito antigas, de antes do
primeiro disco (Santa Madre Cassino, 2001). Aí a gente vai, talvez,
lançar um vinil, a gente não sabe bem ainda.”
Na opinião de Jimmy, quem no nosso país merece levar um pé na porta e um soco na cara?
“Merece
levar um pé na porta e um soco na cara todo mundo que acha que é essa
merda mesmo, que não dá pra fazer nada pra mudar, que dá uma sambadinha e
aguenta uma trolha deste tamanho o resto do ano no cu! A coisa ta
demais, a putaria tá comendo solta. O governo faz um contrato ‘cupim’, a
gente entra com o cu e os caras só ‘pim, pim, pim...’ E não adianta
ficar sentado reclamando com a bunda na cadeira. Toma uma merda de uma
atitude! A proposta do Matanza, inclusive, também é essa. Mas a gente
não põe o dedo na cara de ninguém dizendo ‘ah, eu sou o fodão!’ A gente é
uns merda também! Mas a galera tem que procurar se conscientizar porque
a coisa pode ficar muito melhor do que a merda que ta.
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